Capítulo 5
assim, e a profundidade de emoção que Dumas explora é muito mais largo que em
os dois livros mais cedo. Porthos foi modelado no próprio pai de Dumas, e
lenda tem isto que o autor lamentou durante três dias como estava escrevendo ele o
morte daquele gigante suave. Muitos leitores experimentam o mesmo, não importa
quantas vezes eles podem ter lido aquela passagem. Até mesmo Aramis, conforme,
para Dumas, foi movido para derramar o primeiro dele e só lágrimas. Qualquer um que tem
já amado e perdeu pode sentir a dor de Raoul, e qualquer pai pode entender
A angústia de Athos como ele despede o filho dele para certa morte. Já não é
caráter simplesmente bom ou simplesmente mal, elas são as próprias entidades deles/delas,
às vezes bom, às vezes mal. O de de Duchesse Chevreuse, uma vez Aramis,
amigo íntimo e contata em tribunal, a mãe de Raoul, agora esquemas,
contra Aramis, esperando provocar a queda dele. Rainha Anne de
Áustria, uma vez a heroína bonita, desamparada, é agora o afligindo,
às vezes imperial, matriarca da casa real, torturada pelo filho,
ela foi forçada a abandonar. Em outro palavra, eles são humanos. O
refinamento dos quatro princípios, como roubos de idade neles, soma um elemento
isso está faltando de alguma maneira dos livros anteriores. Eles saudam agora de
esferas diferentes que emprestam riqueza ao retrato deles/delas. Aramis é
o homem de Deus, com um esquema sempre nos trabalhos. Athos é o
nobre digno, aposentado cujas só preocupações são dívidas partiu não pagado
e o lançamento do filho dele no mundo. Porthos é um grande barão,
já pronto ajudar, já buscando outro título, já buscando o nobre
afetações que não eram o direito inato dele, mas para qual ele veio na esposa dele
morte. E D'Artagnan é um soldado endurecido, enquanto lançando um olho cínico
em todos lugares, ainda leal, mas um pouco amargou, enquanto comerciando em seu
"mordioux habitual!" para o "ora!" mais comum a homens velhos.
O caráter de D'Artagnan é, claro que, o foco dos Romances.