Capítulo 45
Eu deixei então imediatamente isto para a visão que máquinas eram membros
o qual nós tínhamos feito, e levou fora de nossos corpos em vez de
os incorporando conosco mesmos. Alguns dias ou semanas depois que
13 de junho de 1863, eu publiquei uma segunda carta na Imprensa que põe isto
veja adiante. Desta carta eu perdi a única cópia que eu tive; Eu tenho
não visto isto durante anos. O primeiro não era certamente bom; o segundo,
se eu me lembro justamente, era uma transação boa pior, entretanto eu acreditei mais
nas visões avançou que nesses da primeira carta. Eu tive
perdeu minha cópia antes de eu escrevi para "Erewhon", e então só deu um
par de páginas para isto naquele livro; além, havia mais diversão
na outra visão. Eu deveria dizer talvez havia um intermediário
extensão da primeira carta que se apareceu no Raciocinador, 1 de julho,,
1865.
Em 1870 e 1871, quando eu estava escrevendo para "Erewhon", eu pensei o melhor
modo de olhar para máquinas era os ver como membros que nós tínhamos feito
e levou aproximadamente conosco ou partiu em casa a prazer. Eu não era,
porém, satisfeito, e deveria ter ido imediatamente em com o assunto
se eu não tivesse estado ansioso escrever "O Porto Justo", um livro que é,
um desenvolvimento de um folheto eu escrevi em Nova Zelândia e publiquei dentro
Londres em 1865.
Assim que eu tivesse terminado isto, eu voltei ao assunto velho, em
o qual eu já tinha estado comprometido para quase uma dúzia de anos como
continuamente como permitiria outro negócio, e propôs a mim para
não só veja máquinas como membros, mas também membros como máquinas. Eu sentia
imediatamente que eu estava em chão mais firme. O uso da palavra
"órgão" para um membro contou sua própria história; a palavra não poderia ter se tornado
tão atual debaixo deste significado a menos que a idéia de um membro como uma ferramenta ou
máquina tinha sido agradável a bom senso. O que seguiria, então,
se nós considerássemos nossos membros e órgãos como coisas que nós nos tivemos