Capítulo 83
seu lenço, e como eu devolvo isto a você que a carta estará com isto.
Ou, melhor, se você escolher confiar em mim, nós não faremos que, mas assim que eu
entre na casa eu queimarei isto."
"Eu posso confiar em você", ela respondeu, "mas----"
"O que; o Barão--quando ele perde isto? O eu resolverei isso."
Ela deu um começo como se eu tinha gritado.
Eu pensei isto um sinal ruim para o futuro, e as palavras que seguiram pareciam
para mim pior. "Não é isto meu dever", ela perguntou--e os olhos dela traíram
inconscientemente a desesperança do desejo dela--explicar a ele eu?"
Eu respondi com uma pergunta. "Vá isso esteja na linha de retracement,
Sra. Fontenette?"
"Vai!" ela respondeu, com ânsia solene. "O que seria! Deve
seja! Eu o prometo!"
"Sra. Fontenette", disse eu, "considere. Se o dele wife"--ela vacilou; ela
poderia fazer tão agora, para a escuridão semi-tropical súbita tinha caído--"se seu
esposa-ou seu husband"--ela mordeu o lábio dela--"soube tudo--vá eles pensam isso
seu dever? Os levaria um momento recusar o consentimento deles/delas? Vá
eles insistem não firmemente que isto seu dever nunca é novamente o ver só?"
A única resposta dela era um gemido involuntário e um embranquecendo da face, e
pela primeira vez eu vi como fundo na alma dela tinha entrado o veneno.
"Meu amigo", eu continuei, "você me não deve pensar intrometido--oficioso. EU
não enlate nenhuma mais espera para sua permissão o ajudar que se você fosse
se afogando. Talvez por razões boas dentro de _me_, eu sei, melhor que você,
que você-e ele--está em uma inclinação escorregadia, e que se você pode parar
sua descida e rastejo atrás para chão mais alto que qualquer um de você tem
deslizado de não será contado pela delicadeza de suas promessas ou
resoluções. Eu não posso contar; você não pode contar; só Deus sabe." ...
"Por favor, senhor", disse uma empregada nova--em lugar de um que tinha ido febre de casa
golpeado e tinha morrido--"yo' saunt de senhora eu fo' lhe contar yo' pequeno menino um