Capítulo 39
VII
Eu aconteci sobre este tempo para estar agindo como presidente de um seguro
companhia em Rua de Canal. Verão estava entrando novamente. Um dia ensolarado quente,
quando o vento era alto e tempestuoso, o secretário estava observando a mim isso que
ruína triste que poderia trabalhar se fogo deveria começar entre a moradia de armação
cabanas que compuseram tantos bairros dos que eram destituídos
watermains, quando corrige a nossa orelha que o gongo soou para há pouco tal uma região
e agora máquina depois que máquina veio, enquanto trovejando e fumando por nosso aberto
janelas. Fogo tinha começado na rua onde a casa nova de Manouvrier
estava de pé, quatro quadrados daquela casa, mas reta para barlavento disto.
Nós só soubemos muito bem, sem ser testemunhar lá, que nossos bombeiros
não ache nada com que lutar as chamas excluem alguns raso
poços de água superficial e as cisternas de chuva-água de madeira sobre chão,
e que ambas estas fontes eram quase inúteis devido a um drouth. Um homem
entrado e sentou, enquanto me contando o dispositivo novo dele por minorar os riscos de
fogo.
"Onde?" perguntado eu, depressa.
"Por que, como estava dizendo eu, em steamboats carregado com algodão."
"Oh, sim", disse eu, "eu entendo." Mas eu não fiz. Para a vida de mim eu
não pôde fazer sentido do que ele disse. Eu mantive meus olhos laboriosamente em seu
enfrente, mas tudo que eu poderia ver eram uma visão de cabanas ardentes; gancho-e-
escada de mão-homens que baixam abrigos e cercas; cisternas arruinadas que há pouco deixam
bastante molhe em porta-jarda e rua-sarjetas para fazer andar malfeito;
fogo-máquina se levantando inativo e derrubando cinzas nas próprias poças deles/delas dentro
um tipo de vergonha para o pequeno valor deles/delas; aqui e lá um furiosamente
chupando a um exausto bem enquanto seus bombeiros se levantaram com faces ardentes
quase segurando os bocais nas chamas e amaldiçoando o fluxo de
lama pingando que caiu com falta do empenho galante deles/delas. Eu parecia ver