Capítulo 43
a visita do xerife. Não era que ela duvidou o Hugh--tal um
suspeita teria o golpeado atento e acordado imediatamente--mas isso
ela tinha restado de algum modo incerto a, inquieto, deprimido,,
amedrontado. E sempre era a amor-fabricação dele que trouxe a reação,
um recuo curioso, delicado, interno, tão delicado e despreza, tão profundamente
em baixo do limiar da consciência dela que na glória cega
da ego-intoxicação dele ele perdeu isto completamente--poder, realmente, tem
ido em perder isto, como ela teria ido em ignorar ou reprimir
isto, se não tivesse sido para o beijo deles/delas no montanha-topo.
Este era um do madnesses de Hugh; ele levaria Sylvie para cima uma montanha
e lhe mostra o reino dele, lhe mostre para ele como senhor da selva.
Ele tinha estado lá antes de muitas vezes, para o topo da uma montanha deles/delas,,
sempre debaixo de protesto de Bella e Pete. Era uma pedra nua exposta
para meio o mundo e todos os olhos de Céu; e para um homem escondendo,
um homem que viveu, contudo de quem nome foi esculpido sobre uma sepultura, era um
muito designado para acidente desfavorável. Algum comerciante ou armador abaixo em
a floresta poderia observar e poderia ver o preto de figura disforme e
tipo negrito, contra o céu. Ainda nunca havia tão poderoso um Hugh como quando
ele se levantou desafiante e só lá. Agora ele queria que Sylvie sentisse isso
magnificência trágica.
Assim eles saíram, o braço de Hugh sobre ela, como estranho um par de amantes
como já tentou a primavera--o grande, cicatrizado, rude, cinza aleijado
e a menina esbelta, cega, procurando no escuro e agarrando, absolutamente fechado,
fora de qualquer contato com realidade contanto que este homem devesse interpretar
criação para ela. Sylvie retrocedeu ondular a Pete quem eles tiveram
esquerda que se levanta na entrada.
"Eu estarei caçando para você se você fica fora recente", ele chamou--para qual
Hugh gritou atrás: "Você que caça para nós! Não imagine eu não posso tomar cuidado