Capítulo 71
uma tia que viveu em Hertfordshire. Os braços dele penduraram freqüentemente fora do
cama e, como as mãos dele vagaram em cima da armação de madeira, ele sentia isso
havia um lugar onde noz tinha saído de forma que ele poderia pôr o seu
dedos em. Um dia, tentando encher um pedaço de papel nisto,
fure, ele encheu isto tão longe dentro e tão firmemente que ele rasgou o rápido
de unha. A coisa inteira voltou vividamente e, entretanto ele não teve
pensamento disto durante quase vinte anos, ele poderia ver o quarto em seu
a casa de tia e se lembrou como o uso de tia dele para sentar pelo lado da cama dele
escrevendo a uma pequena mesa da qual ele teve o pedaço de papel
o qual ele tinha enchido no buraco.
Até aqui tudo bem. Entretanto lá flamejou nele uma idéia que não era
tão agradável. Eu quero dizer o descobriu com força irresistível que
o pedaço de papel, ele tinha enchido no buraco na armação de cama era
a cinco-libra perdida nota sobre qual tinha havido tanto
perturbação. Naquele momento ele era tão jovem que uma cinco-libra que nota era
para ele só um pedaço de papel; quando ele ouviu que o dinheiro era
perdendo, ele tinha pensado que era cinco soberanos; ou talvez ele também era
doente pensar qualquer coisa, ou ser interrogado; Eu esqueço o que eu fui contado
sobre isto--de qualquer modo ele teve nenhuma idéia do valor do pedaço de
empapele ele estava enchendo no buraco. Mas agora o assunto tinha ocorrido periodicamente
a ele nada sentia ele tão seguramente que era a nota que ele
imediatamente abaixado Hertfordshire onde a tia dele estava imóvel
vivendo, e perguntou, para a surpresa de todo um, ser permitido
lave as mãos dele no quarto que ele tinha ocupado como uma criança. Lhe foi falado
que havia amigos que ficam na casa a que teve o quarto
apresente, mas, na declaração dele ele teve uma razão e implorando particularmente
ser permitido permanecer só um pequeno tempo neste quarto, era ele
levado escada acima e partiu lá.