Capítulo 10
"Oh, não lhe fale! Tenha pena! Não faça."
"Eu não vou. Chegue fora daqui, você se resigna de fedor."
"Oh, jura que você não lhe falará! Jure, dearie. Vida longa para
você.
Saúde para todo pequeno osso seu."
"Primeiro você jura que você nunca fará novamente isto, você amontoa de esterco."
"Me golpeie encubra e bobo e surdo se eu já faço novamente isto. Lá."
"Seus juramentos valem não mais que o latindo de um cachorro. Não possa
você é decente? Você deveria ser knouted no mercado-lugar. Você
é uma pestilência. Sorte preta em você. Adquira longe de mim."
"Mas eu serei decente. Eu possa quebrar minhas pernas e ambos meus braços
se eu não sou. Jure que você não lhe falará."
Minha mãe rendeu
Ela era apaixonadamente devota, minha mãe. Sendo absolutamente
analfabeto, ela murmuraria palavras sem sentido, no singsong,
de uma oração, fingindo a ela que ela estava a executando
devoções. Porém, isto que ela faria com seriedade absoluta
e fervor, freqüentemente com lágrimas de êxtase que vem aos olhos dela. Ser
seguramente, ela soube como abençoar as velas de Sábado sagrado e recitar o
dois ou três outras orações breves das que nossa religião extorque
mulheres casadas. Mas ela não estava contente com isto, e a visão de
uma mulher que vai para a sinagoga com um oração-livro enorme debaixo dela
braço já era uma fonte de inveja a ela.
A maioria dos inquilinos do Tribunal era as pessoas boas, honesto e
puro, mas havia exceções. Deste minha memória reteve
a face de um homem que era conhecido como "Pudim de Cenoura" Moe, um
trabalhador de dedo" ruivo", largo-assumido, especialista em
"mudança curta", jarda fraudes, e outras variedades de
prestidigitação de mercado-lugar. Uma mulher, uma cruz entre um mendigo,
e negociante em vestidos usados, teve quatro filhos, tudo de quem,
era os batedores de carteiras, mas era dito que ela era de imaculado
honestidade. Ela nunca lhes permitiu entrar no Tribunal de Abner, entretanto,
toda vez um deles estava em prisão ela o visitaria e