Capítulo 62
Carpinteiro parece achar a ter, como seja, levado o gosto de
o desempenho da ameba fora de nossa boca, nos fixando aproximadamente o
desempenho menos elaborado do terebella que ele pensa que nós podemos
chame ininteligente e instintivo.
Eu posso ser equivocado na impressão eu derivei do
parágrafos que eu citei. Eu geralmente digo que eles me dão a impressão
que eu tentei carregar ao leitor, i.e., que o escritor
consenta a qualquer coisa como inteligência, ou consciência de necessidades, um
animal baixo abaixo na balança de vida, está invejando, e que ele é
mais confortável quando ele tem cabo de sobre para qual ele pode apontar
de qualquer modo, e diz que mero é um ininteligente e somente
criatura instintiva. Eu chamei só atenção à passagem como
um exemplo do preconceito intelectual de um número grande de excessivamente
pessoas capazes e pensativas, entre quem, tão longe como eu posso formar
uma opinião nada, poucos têm maiores reivindicações para nosso respeitoso
atenção que Dr. Carpenter ele.
Para o embrião de uma galinha, então, nós condenamos o mesmo tipo exatamente de
argumentando poder e idéia que nós condenamos para a ameba, ou para
nossos próprios desempenhos inteligentes em vida posterior. Nós não reivindicamos para
isto muito, se qualquer, percepção de sua própria premeditação, porque nós sabemos mesmo
bem que está entre as características mais proeminentes de intelectual
atividade que, depois de várias repetições, deixa de ser
percebido, e que não faz, em casos ordinários, deixe de ser
gaveta percebida depois de um muito grande número de repetições. O fato
que a galinha de embrião sempre se faz tão quase quanto pode estar dentro
o mesmo modo, nos levaria a supor que estaria inconsciente
de muito de sua própria ação, CONTANTO SEMPRE SEJA A MESMA GALINHA
QUE SE FEZ INÚMERAS VEZES. Tão longe nós podemos ver, isto sempre
ESTÁ inconsciente da maior parte de seu próprio desempenho maravilhoso.
Certamente então nós temos uma presunção que É A MESMA GALINHA QUE