Capítulo 31
chore em voz alta debaixo das cadeias de vício com que eles são escravizados,
e o qual contudo eles não tremerão fora! Quantos exemplos em qual
pessoas passam manifestadamente por mais dores e abnegação para satisfazer
uma paixão viciosa, que teria sido necessário à conquista de
isto! Para isto será somado, que quando é ficada virtude habitual,
quando o temperamento disto é adquirido, o que estava antes de prisão,
deixa de ser assim ficando escolhido e delícia. Qualquer restrição
e vigia em nós mesmos pode ser necessário desaprender qualquer antinatural
distorção ou gesto estranho, contudo em todo o decoro de fala, natural
behaviour devem ser os mais fáceis e desenfreado. É manifesto
que, no curso comum de vida, há raramente qualquer
inconsistência entre nosso dever e o que é CHAMADO interesse: é
muito seldomer que há uma inconsistência entre dever e isso que
realmente é nosso interesse presente; significando por interesse, felicidade e
satisfação. Amor-próprio, então, limitou entretanto ao interesse de
o mundo presente, coincida em geral perfeitamente com virtude,
e nos conduz a um e o mesmo curso de vida. Mas, tudo que
exceções há a isto, que são muito menos que eles são
geralmente pensamento, tudo serão fixados certo à distribuição final
de coisas. É um absurdo de manifesto para supor mal prevalecendo
finalmente em cima de bem, debaixo da conduta e administração de um perfeito
minado.
O argumento inteiro no qual eu tenho insistido agora, pode ser
assim resumido, e o dado em uma visão. A natureza de homem é
adaptado a algum curso de ação ou outro. Ao comparar alguns
ações com esta natureza, eles se aparecem satisfatórios e correspondentes para
isto: de comparação de outras ações com a mesma natureza, lá,
surge a nossa visão algum unsuitableness ou desproporção. O
correspondência de ações para a natureza do agente os faz
natural; a desproporção deles/delas para isto, antinatural. Que uma ação é
correspondente para a natureza do agente não surge de seu