Capítulo 28
se apareça qualquer caso que se parece exceções a isto lá, mas
esses de superstição, e de parcialidade para nós mesmos. Superstição
pode ser talvez um pouco de uma exceção; mas parcialidade para nós mesmos
não é, este ser isto desonestidade. Para um homem julgar isso para ser
o eqüitativo, o moderado, a parte certa para ele para agir, o qual ele
veria para ser duro, injusto, opressivo em outro, isto está claro
vício, e só pode proceder de grande injustiça de mente.
Mas permitindo para aquele hath de gênero humano a regra de direito dentro dele, contudo
pode ser perguntado, debaixo de "Que obrigações estamos nós assistir e
siga?" Eu respondo: Foi provado que o homem pela natureza dele é
uma lei para ele, sem a consideração distinta particular de
as sanções positivas daquela lei: as recompensas e castigos
o qual nós sentimos, e esses que da luz de razão temos nós
fundamente para acreditar, é anexado a isto. A pergunta, então, leva
sua própria resposta ao longo de dentro disto. Sua obrigação para obedecer esta lei é
seu sendo a lei de sua natureza. Que sua consciência aprova de
e atesta a tal um curso de ação se é só um
obrigação. Consciência não só se oferece a mostrar para nós o
modo no que nós deveríamos entrar, mas leva sua própria autoridade igualmente
com isto, que é nosso guia natural; o guia nos nomeou pelo
Autor de nossa natureza: pertence então a nossa condição de
sendo; é nosso dever para entrar naquele caminho, e segue este guia,
sem olhar aproximadamente ver se nós podemos não abandonar possivelmente
eles com impunidade.
Porém, nos deixe ouvir o que será dito contra obedecer esta lei de
nossa natureza. E a soma é não mais que isto: "Por que se nós deveríamos ser
interessado sobre qualquer coisa fora de e além de nós mesmos? Se nós achamos
dentro de nós mesmos considera a outros, e restrições de nós não sabem
quantos tipos diferentes, contudo estes embaraços sendo, e
nos impedindo de ir o mais próximo modo para nosso próprio bem, por que deve