Capítulo 21
daqui por diante segundo e afirma seu próprio. Mas esta parte do escritório de
consciência está explicitamente além de meu desígnio presente considerar. Isto
está por esta faculdade, natural a homem, que ele é um agente moral que
ele é uma lei a ele, mas esta faculdade, eu digo, não ser
somente considerado como um princípio no coração dele que é ter alguns
influência como também outros, mas considerou como uma faculdade em tipo e
em natureza supremo em cima de tudo outros, e que agüenta sua própria autoridade
de ser assim.
Esta PRERROGATIVA, esta SUPREMACIA NATURAL, da faculdade que
pesquisas, aprova, ou censura os vários afetos de nossa mente
e ações de nossas vidas, sendo o pelo qual os homens SÃO UMA LEI PARA,
ELES, a conformidade deles/delas ou desobediência para qual lei de nosso
natureza faz as ações deles/delas, no senso mais alto e mais próprio,,
natural ou antinatural, é ajustado isto seja explicado mais adiante a você; e
Eu espero que será assim, se você prestará atenção ao seguinte
reflexões.
Homem pode agir de acordo com aquele princípio ou inclinação que para o
presente acontece para ser mais forte, e ainda age de certo modo
desproporcionado para, e viola a real própria natureza dele. Suponha um
criatura bruta por qualquer isca ser fascinado em uma armadilha por qual ele
é destruído. Ele seguiu claramente o curvado da natureza dele, conduzindo
ele para satisfazer o apetite dele: há uma correspondência inteira
entre a natureza inteira dele e tal uma ação: tal ação então
é natural. Mas supõe um homem, enquanto prevendo o mesmo perigo de
certa ruína, deveria apressar nisto por causa de um presente
satisfação; ele neste exemplo seguiria o mais forte dele
deseje, como fez a criatura bruta; mas haveria como manifesto um
desproporcione entre a natureza de um homem e tal uma ação como
entre a obra de arte pior e a habilidade do maior mestre
naquela arte; qual desproporção surge, não de considerar o
ação isoladamente em SI MESMO, ou em suas CONSEQÜÊNCIAS, mas de COMPARAÇÃO