Capítulo 4
era quarenta anos atrás. Nos ano setenta cedo polêmicas teológicas
era à moda. Livros como Seeley Ecce Homo e Matthew Arnold
Literatura e Dogma foram devorados avidamente por leitores de todas as classes.
Hoje em dia nós levamos mas um interesse desfalecido nos problemas que
perturbado nossos avôs, e a maioria de nós resolveu abaixo em
o que Disraeli descreveu como a religião de todos os homens sensatos que não
homem sensato já fala aproximadamente. Porém, há em O Porto Justo
uma transação boa mais que controvérsia teológica, e nossa idade de Laodicean
aprecie o humor de Mordomo e ironia se quiser pequeno dele
polêmicas. O Porto Justo escandalizou umas muitos pessoas boas quando isto
primeiro se aparecido, mas eu não tenho agora medo de seu scandalising qualquer pessoa.
Eu deveria sentir muito, não obstante, se desse qualquer leitor um falso
impressão do Cristianismo de Mordomo, e eu penso que eu não posso fazer melhor
que conclua com uma passagem de um das composições dele que representam
a atitude dele para religião talvez mais fielmente que qualquer coisa em O
Porto justo: Afinal de contas, o que é a essência de Cristianismo? O que
o núcleo da noz é? Seguramente bom senso e alegria, com
oposição que não oscila para as charlatanices e Farisaísmos de um
os próprios tempos de homem. A essência de mentiras de Cristianismo nem em dogma,
nem ainda em vida anormalmente santa, mas em fé em um mundo não visto, em
fazendo o dever da pessoa, falando a verdade, achando a verdadeira vida,
bastante em outros que em a si mesmo, e no certo espere que ele quem
perde a vida dele neste behalfs acha mais que ele perdeu. O que
Agnosticismo pode fazer contra tal Cristianismo como isto? Eu deveria ser
chocado se qualquer coisa eu alguma vez tinha escrito ou já escreverei deva
pareça dar somenos importância a estas coisas."
R. A. STREATFEILD.
Agosto, 1913.
MORDOMO PREFACIE À SEGUNDA EDIÇÃO
A ocasião de uma Segunda Edição de O Porto Justo me habilita
agradeça o público e meus críticos pela recepção de favourable que