Capítulo 67
deveriam ser trazidos bens seguramente para pousar e deveriam se preocupar para. O próximo dia,
Quarta-feira, 26 de dezembro, que o diário registrou:--
"A amanhecer o rei visitou o Almirante a bordo do _Nina_ e
o pedido não se viciar em aflição, porque ele lhe daria tudo que ele teve;
que ele já tinha nomeado na costa para os espanhóis destruídos dois grande
casas, e se necessário concederia outros e tantas canoas quanto pôde
seja usado trazendo os bens e tripulações para pousar--o qual na realidade ele teve
está fazendo todo o dia antes sem o ninharia ser mais leve
furtado."
Nem fez o fim de ajuda dele aqui; quando o Colombo decidiu construir um forte e
armazém fora do _Santa madeiras de Maria's_, os nativo ajudaram
nisso também.
No forte foi decidido deixar aproximadamente quarenta homens "com uma provisão de
pão e entretém para mais que um ano, semente para plantação, o barco longo de
o navio, um calker, carpinteiro, uma artilharia, e muitas outras pessoas que
desejou servir seu Highnesses e me obrigar por seriamente
permanecendo aqui e procurando a mina de ouro."
Em resumo, Colombo estava plantando a primeira determinação no Mundo Novo.
Como o desastre tinha acontecido em manhã de Natal, ele chamado a cidade
"La Navidad" (a Natividade). Governar isto ele deixou um amigo fiel, Diego,
de Arana cuja a irmã era a mãe de pequeno Fernando. Colombo se aproximou um
poucas regras excelentes para a conduta dos colonos dele, e os fez um
endereço sábio além. Então ele carregou uma arma e disparou isto na casca de
o navio encalhado dele, só golpear terror nos nativo e os fazer,
amigável aos espanhóis deixados para trás." Este terminado, ele disse bom-por para
a colônia, lhes falando como ele esperou achar, no retorno dele de
Castilha, uma tonelada de ouro e temperos colecionada por eles no comércio deles/delas com,
os nativo; e "em tal abundância que antes de três anos o rei e
rainha pode empreender a recuperação do Sepulcro Santo."
No dia 4 de janeiro de 1493, só um ano depois que o Colombo tivesse sido despedido de