Capítulo 42
empreendimento marítimo. Um destes países foi cultivar mais até mesmo
importante por dar para o Colombo alguns navios e alguns títulos. Dito
este pequeno grupo para um ao outro, "Não importa isso que o preço do homem, Espanha,
terá que pagar isto!"
Luis de Santangel, tesoureiro de Rei o reino de Ferdinand de Aragão,
determinado ir e discutir isto com a rainha que, aparentemente, teve
não estado presente à recente audição de Colombo. Aplicar mais adiante para
Ferdinand teria sido inútil, porque ele tinha jurado ele teria
nada mais para ver com o assunto. Isabella possuiu mais imaginação
que o marido dela, e a esta imaginação pensou Santangel que ele pôde
atração.
Primeiro ele mostrou a mesma teimosia daquele Colombo sobre recompensas
poderia ser levado como prova que ele foi achar tudo que que ele prometeu
achar; então ele a lembrou que o navegante era um homem muito devoto,
e que no empreendimento dele havia um motivo religioso forte; deva
ele descobre terras novas, não só vá a população pagã deles/delas seja
convertido a Cristianismo, mas o comércio deles/delas faria a Espanha assim
rico que ela pudesse empreender uma cruzada nova e poderia conquistar os infiéis
que segurou o Sepulcro Santo. Esta possibilidade impressionou Isabella
profundamente, porque ela e o marido dela eram os defensores de stanchest de
Cristianismo em toda a Europa. Agora aquele Santangel tinha a despertado
imaginação, ele procedeu fazer o assunto inteiro clarear por um prático
sugestão sobre modos e meios. Ele lembrou o ouvinte real dele que
Colombo tinha oferecido a elevar um oitavo da despesa do
expedição (Colombo que tem repetido a oferta fez a La Rabida por
Pinzon); e como pelo resto, ele, Santangel, seria responsável
para isto. Ou ele emprestaria isto o (ele pertenceu a um dos ricos
Famílias judias que tinham ficado Cristãs) ou ele induziria o Rei
Ferdinand para permitir isto ser levado da tesouraria de Aragão e reembolsou
depois. (Ferdinand, aparentemente, não era tal uma pessoa intratável,