Capítulo 38
para este tempo o Christopher não tinha recorrido a isto nas contestações dele, para
tema, talvez, que soaria muito improvável; mas abaixo nisto
canto de Espanha onde todos os homens seguiram o mar, a história teve aproximadamente
(se pelo monge Marchena, ou por marinheiros para que tinham sido
Madeira, é incerto) e quase todo o mundo acreditou isto. Tão agora o Juan
Perez parece ter persuadido o Christopher para usar isto como um último
argumento. Isto que nós podemos concluir razoavelmente, desde o monge de Rabida,
intercessão com a rainha tida sucesso onde esforços todo prévios tiveram
falhado.
Martin Alonzo Pinzon, se mostra, está em Roma; assim o Christopher tem
espere até o retorno dele. Outra demora, mas ele é usado bem a isso.
Enquanto isso ele vira isto ganhar fazendo viagens a Palos, Huelva,,
Moguer, e outros portos onde ele pode questionar os marinheiros recentemente devolveram
do oeste. Para meia dúzia anos ele foi fora de toque com
os marinheiros e as ações deles/delas, e estas viagens o devem ter dado fundo
prazer. Para isto é o verdadeiro dele place,--entre homens que conheceram o
sofrimentos ásperos de vida navegante, e não entre grandees e cortesãos.
Ele inspira o ar salgado e conversas com todo homem que ele se encontra. Piloto
de Palos, Pedro de Velasco através de nome, lhe fala que ele muito uma vez pensamento
de andamento no oeste, mas depois de velejar cem e cinqüenta ligas
sudoeste de Fayal (um do Açores), e vendo nada mais que bancos de
alga, ele virou nortes e então noroeste, só retroceder novamente,;
mas ele está seguro, ele soma, aquele _if só ele tinha mantido on_ que ele vai
achou terra.
Christopher, também, como nós sabemos, estamos bastante seguro disto, e dizemos assim. Outro
dia, em um porto de mar perto de Cadiz, ele conhece outro piloto que lhe conta isso
ele velejou oeste distante da costa irlandesa e viu as costas de Tartary!
O Christopher tem algumas dúvidas disto provavelmente, assim ele encolhe os ombros o seu somente