Capítulo 28
o Pinzons teve todos os marinheiro-comerciantes e tinha acumulado considerável
riqueza. A cabeça da família ainda velejou os mares; e como, em Palos
e em próximo-por Huelva, viveu muitos português que ostentou aproximadamente o
descobertas o país deles/delas tinha feito, o interesse dele tinha estado muito irritado por
a conversa deles/delas. Ele era educado e compreensivo. Além disso, ele foi considerado
o melhor navegante de tudo que velejaram daquela região marítima importante
de Huelva.
Quando Pinzon voltou a Palos, ele aprendeu que os monges de La Rabida
tinha o estado esperando avidamente, para que ele pudesse se encontrar o deles/delas
visita interessante. Fora ele acelerou; e do momento ele e
Colombo se encontrou, cada reconheceu dentro o outro um espírito de mestre. Se ou
não o Colombo e Marchena contaram para Pinzon naquele momento a história do
piloto não é conhecido; mas certamente ele ouviu isto depois. Nós só sabemos isso
eles falaram de terras ser descoberto no oeste, e aquele Pinzon
ofereceu a ir na expedição como capitão no caso de o Colombo deveria ser
próspero adquirindo permissão e ajuda dos soberanos espanhóis.
De La Rabida Colombo foi para a cidade grande e importante de Sevilla,
cartas de apresentação levando do monge Marchena. Em Sevilla ele
tido uma entrevista com o Duque poderoso de Medina Sidonia que era muito
se interessado no princípio pelo projeto dele, mas logo deixou isto. Logo ele se encontrou o
Duque de Medina Celi que era até mesmo mais poderoso e com quem o Colombo
passou um ano enquanto esperando por uma oportunidade favorável para pôr os planos dele
antes do tribunal. Quando o próprio momento veio, o duque se familiarizou o
rainha com o assunto de Colombo, e ela em resposta convidada o que pretende ser
explorador para vir a Cordova. Isto estava em janeiro, 1486.
Foi declarado freqüentemente que o Colombo, enquanto ainda em Lisboa, teve
aplicado ambos para a Genoa e para Veneza para ajuda. Isto já não é acreditado,