Capítulo 20
os lucros pequenos de mapa-fazer comerciando com capitães de mar não são
surpreendendo. Nós só podemos sentir muitos que ele não fez um lucro bonito
fora das aventuras dele, bastante para ele e para esses que o emprestaram
capital.
Nós mencionamos que todos os homens em que tiveram um interesse científico
navegação tentou chegar para Lisboa. Entre esses quem o Colombo pode ter
se encontrado lá, era o grande cosmographer alemão de Nuremburg, Martin,
Behaim. Martin ajudou melhorar o astrolábio antiquado, um
instrumente por levar a altitude do sol; mais importante ainda,
para o fim de 1492 ele fez o primeiro globo, e indicou nisto como
a pessoa poderia velejar oeste e poderia chegar à Índia Asiática. Este é o primeiro registro de
aquela idéia que foi atribuída depois a Colombo, mas que o Colombo
ele, até o retorno dele da primeira viagem dele de descoberta, nunca até mesmo
mencionado. Se ele e Martin Behaim falaram junto sobre a rota
para Índia saberemos nunca nós. Provavelmente eles não fizeram; para quando
Christopher importunou depois para navios, só era com a finalidade de
"terras descobrindo no oeste" e não por achar uma rota curta para
Índia. Colombo, entretanto ele soube puxar mapas e esferas de desígnio,
conhecimento científico realmente possuído mas pequeno. Intuição, mais
tenacidade, sempre fez mais para ele que ciência; e assim é provável que
ele falou mais com marinheiros que com cientistas. Enquanto ele pode ter
conhecido o Behaim instruído, certo é que, dos dias mais cedo dele em
Lisboa, ele buscou a sociedade de homens que tinham estado fora para o Açores ou
para Madeira; homens que lhe contaram as lendas, abundante bastante nestes
ilhas, de terras ainda mais distante fora para o pôr-do-sol que ninguém
ainda tinha aventurado visitar.
CAPÍTULO IV
A ESTADA CURTA EM MADEIRA
O Colombo não tinha sido muito longo em Lisboa quando ele se encontrou, na igreja, uma menina
Felipa Monez Perestrello nomeado. Felipa era de nascimento nobre; Christopher