H.E. Butler
Capítulo 84
Muciuses, e sem dinheiro o mandíbula-dente dele neles. Horace, o velhaco,,
consegue sondar toda falta enquanto fazendo o amigo dele rir; ele
ganhos a entrada dele e jogos sobre as cordas do coração com um astuto
talento por lançar para cima o nariz dele e pegar o público nisto.
CONINGTON.
Mas a primeira sátira estava sátira de _qua_ só. Não é, talvez, o
mais interessante ao leitor moderno. Escarnece a vazio literário
modas que têm interesse humano comparativamente pequeno. Mas está dentro
esta sátira que Persius vem mais próximo o verdadeiro satírico. A obscuridade
e afetação de seu idioma é sua uma falta séria; caso contrário isto
espetáculos soam ideais literários, observação íntima, e uma bonita veia de
humor. Em outro lugar há rastro pequeno de observation[240 agudo] de
vida atual; ele chama antes do leitor dele nenhuma visão da vida variada
de Roma, se nas ruas ou nas casas dos ricos. Ao invés,
ele engana laboriosamente fora algum vício em traje de humano, conversa com isto dentro
idioma como nenhum exceto Persius já sonhou com usar, ou açoites isto
com todas as armas pesadas do armoury Estóico. Há às vezes um
certa violência e coarseness[241 plano] de descrição que faz dever
para realismo, mas as palavras tocam buraco e falso. O quadro descreveu
ou sugeriu é chegou a artigo de segunda mão. Ele falta a vivacidade, realismo, e
bom senso de Horace, o homem culto do mundo, a inteligência mordendo,,
o poder descritivo surpreendente, e a retórica magistral de Juvenal.
Nós queremos pequeno a maior parte do disquisition[242 de Persius] no
muito usado tema das escolas, 'o que deveria ser o objeto das orações de homem
para céu?' quando nós lemos a décima sátira de Juvenal. Há o
mesmo tema comum em ambos, e há menos originalidade talvez para
seja achado no tratamento geral aplicado a isto por Juvenal. Mas Juvenal
nos faz esquecer da trivialidade do tema pelo presente extraordinário dele de