H.E. Butler
Capítulo 77
o aniversário dele, trata dos objetos certos e errados de oração; o terço
é uma atração a um homem jovem indolente para energia e seriedade; o
quarto, quase uma continuação do terço, ataques a falta de
'ego-reverência, ego-conhecimento, autocontrole', em homens públicos; o
quinto, se dirigido ao amigo dele e professor Cornutus, mantém o Estóico
doutrina que todo o mundo é os escravos; só o homem íntegro atinge
para liberdade; no sexto, se dirigiu a Caesius Bassus, as reivindicações de poeta,
o direito para gastar a riqueza dele em prazer razoável, e denuncia o
agarrando e egoísmo impróprio de um herdeiro imaginário para a fortuna dele.
No prólogo--ou epílogo como é às vezes regarded[232]--ele
sarcasticamente nega qualquer pretensão a inspiração poética, e sugestões
ironicamente que, devido ao número de poetas que escrevem para ganhar somente
o pão deles/delas, inspiração pode ser considerada desnecessário.
A ambição para ganhar fama como um satírico foi incendiada primeiro em Persius por seu
lendo o décimo livro das sátiras de Lucilius. Se nós podemos acreditar
Probus, ele imitou a abertura daquele livro na primeira sátira dele,
começando como Lucilius detraindo dele e procedendo
ataque outros autores indiscriminadamente. [233] Não bastante do décimo livro
de Lucilius sobreviveu para nos permitir a conferir a precisão disto
declaração, entretanto acha testemunho independente em uma observação do
scholiast em Horace que o décimo livro de Lucilius conteve livre
críticas dos poetas cedo de Roma. [234] Mais adiante, a terceira sátira é
dito pelo scholiast para ter sido modelled no quarto livro de
Lucilius, e há uma certa quantia de evidência por supor o
choliambi do epílogo para ser uma imitação de um modelo de Lucilian. [235]
Porém, nós temos nenhum meios de testar a verdade destas afirmações: o
dívida de Persius para Lucilius deve ser levada em confiança. Do enorme dele
por outro lado, obrigação para Horace nós temos o mais claro