Capítulo 11
festeje a pé nesta noite estranha, e meu coração está triste que você não seja
aqui para compartilhar o festejando. Venha, venha, Tiburce, um direito fiel
amigo que você era a mim; e, vivendo ou morto, você deve fazer
alegre a meu casamento."
Assim ele falou. Névoas brancas estavam subindo, e era a Véspera de Walburga.
Assim uma coisa esquisita aconteceu, e era que a terra na sepultura
começado a levantar e arrombar fissuras, como quando uma verruga atravessa
o chão. E outras coisas esquisitas aconteceram depois disso, e agora
D'Arnaye de Tiburce estava lá parado, cinza e vago no luar como
ele estava de pé, enquanto escovando o molde lá das sobrancelhas dele, e como estava de pé lá ele
piscando olhos selvagens luminosos. E ele grandemente não foi mudado, parecia
Florian; só as sobrancelhas e nariz de elenco de Tiburce nenhuma sombra em seu
enfrente, nem a mão de mudança dele lance qualquer sombra, ou, lá entretanto o
lua era custo indireto nu.
"Você tinha esquecido da promessa que estava entre nós", disse Tiburce; e
a voz dele não tinha mudado muito, entretanto era menor.
"É verdade. Eu tinha esquecido. Eu me lembro agora." E Florian tremeu um
pequeno, não com medo, mas com desgosto.
"Um homem prefere esquecer destas coisas quando ele se casar. É natural
bastante. Mas você não é amedrontado de mim quem vêm lá de?"
"Por que eu deveria ter medo de você, Tiburce que deu sua vida para meu?"
"Eu não digo. Mas nós mudamos lá."
"E ama mudança, Tiburce? Para seguramente amor é imortal."
"Vivendo ou morto, mudanças de amor. Eu não digo que amor morre em nós que pode esperar
não ganhar nada mais de amor. Ainda, mentindo só no barro escuro,
não há nada que fazer, como ainda, economize para pensar em que vida era, e de
que luz solar era, e do que nós cantamos e sussurramos em lugares escuros quando
nós tivemos lábios; e de como grama jovem e águas murmurantes e o alto
estrelas procriam loucuras boas igualam agora; e pensar de como alegre nosso amou