Capítulo 45
scutcheon carregaram com uma cruz e sobrepujados por outro.
Há alguma dúvida relativo à data desta missão. De
Barros (eu. iii. 3) diz D.C. 1484. Lopes de Limn (IV. i. 5) dá
a razão por que D.C. geralmente são adotados 1485, e ele acredita
que o cruzeiro do ano prévio não conduziu para o Congo
Rio. O explorador, procedendo inspecionar a costa sul de,
St. de capa a Catherine (latitude 2deg sul. 30'), o qual ele teve
descoberto em 1473, partidos de São Jorge da Mina, agora Elmina.
Ele foi acompanhado por Martin von Behaim de Nurnberg (nat. circ.
D.C. 1436, ob. D.C. 1506), um aluno do matemático John
Muller (Regiomontanus); e para quem a descoberta do Novo
Mundo foi reivindicado.
Depois de dobrar o último ano término dele, Diogo chanced de Came em um
embouchure vasto, e, surpreendeu pela beleza da paisagem e
o volume do fluxo, ele ergueu a pedra dele Padrao, o primeiro,
de seu tipo. Achando as pessoas ininteligível para o
intérpretes, ele enviou quatro dos homens dele com um presente de falcão
sinos (cascaveis) e contas de copo azuis para o mais próximo rei, e,
como não devolveram logo eles, ele velejou atrás para Portugal com um
número igual de nativo como reféns, prometendo devolver depois
quinze luas. Um deles, Cacuta (Zacuten de Barbot), provou
seja um "fidalgo" de Sonho, e, entretanto o procedimento era contrário
para ordens, achou favour com o Príncipe Perfeito."" Destes
homens que o português aprendeu que a terra pertenceu um grande
monarca nomeou o Mwani-Congo ou Deus de Congo, e assim eles
dado para o rio um desconhecido de nome para o peoples fluvial.
Diogo Cam, na segunda visita dele, presentes enviados para a regra com
os reféns que tinham aprendido como muito português e Cristianismo
como permitiu o tempo; recuperado os próprios homens dele, e passou em para
Angola, Benguela e Cabo Negro, acrescentando às descobertas 200 dele,
ligas de costa. Quando rumo à pátria, ele conheceu o Mwani-Sonho,
e visitou o Mwani-Congo que viveu no Ambasse Congo (o São