Capítulo 33
Então nós rolamos em cima das vinte e cinco milhas geográficas que nos separam
de nosso destino. Locais familiares cumprimentaram meus olhos: aqui o 'Ilha de
Wood' projetos que um rabo anão compôs de vértebras pedregosas: visto no
trace se parece a manivela magra de um cortador largo. O externo ou
leste extremo é os Ilha de Foros onde o A.S.S. _Forerunner_ e
o L. e H. _Newton_ vieram a aflição: uma luz pequena, um do
muitos nisto escoraram, agora adverte o capitão descuidado; mas aparentemente
nada é mais fácil que perder navios nas costas mais seguras. Dentro disto
é o de de Ponta o São Lourenço onde o Zargo, quando assustou, chamou
no protetor dele São do Gridiron; outros dizem foi nomeado depois de seu
navio bom. Tem um farol e um telégrafo-estação agora. [Nota de rodapé:
A linha corre a costa sulista desde o princípio até onde o Ponta faz Pargo
(do 'refogar-peixe', vulgaris_ de _Pargus), o oeste extremo. A
Funchal o cabo pousa norte de Forte São Thiago Menor onde navios são
pedido não ancorar. É principalmente usado para sinalizar chegadas de
norte e sul; e há conversa de estender isto ao da de Porto o Cruz,
uma baía no lado norte-oriental. Seria de grande vantagem para
Madeira se navios a vapor pudessem aqui pouse as correspondências deles/delas quando preveniu de
tocando a Funchal pelos ventos suis que freqüentemente duram um
semana. Adequadamente um quebra-mar foi proposto, e Messieurs Blandy
está se interessando pela melhoria.] O íntimo deste afiado
linha de outliers basáltico dentado é o Pedra fazem Furado que
Ingleses chamam o Arquear-rock.
Os trabalhos significativos do Gonçalo-Machico rodovia, o
telégrafo-postes, e as linhas amarelo-verdes de açúcar-cana, era o único
mudanças que eu poderia descobrir em Madeira Oriental. Nada mais encantador que
a variedade e contraste de colours depois do raiment de enferrujado-marrom que
Europa sulista veste em meio-dezembro. Até mesmo o estéril, árido, e
declives orientais varridos pelo vento arderam luminoso localmente com as lamas vulcânicas