Capítulo 6
A menina pendurou em cima da grade dura, enquanto apoiando o peito dela nisto e ondulando
o lenço contanto que o cais e suas pessoas estivessem em visão, e
quando eles tiveram sido de reconhecimento que ela assistiu a linha da terra
até que começou a enfraquecer nas nuvens, e havia nenhum mais para ser visto
do que ela tinha olhado diariamente em da vida dela até para-dia.
"A querida pequena ilha! Eu nunca pensei que estava tão bonito! Talvez eu
poderia ter estado contente iguala lá, se eu tivesse tentado. Agora, se eu só tivesse tido
alguém para companhia! Como tolo de mim! Eu fui cinco anos que desejam e
rezando para escapar, e agora! ... Isto _is_ adorável, entretanto, não é? Há pouco
como um pássaro na água! E quando você nasceu em um lugar... o
querida pequena ilha! E os povos velhos, também! Como só eles serão, depois de
tudo! Eu desejo saber se eu já dever.... Eu baixarei. O vento está refrescando,
e esta água na esteira está fazendo meus olhos... Adeus, pequeno passarinho!
Eu voltarei--eu vou.... Sim, nunca tema, eu vou----"
A risada e falando impetuoso, o humor suave e patos, teve
arrombado a comprimento um soluço, e a menina teve que tem rodas aproximadamente e
desaparecido abaixo os degraus de cabana. John Storm estava, enquanto a cuidando. Ele
quase não tinha falado, mas os grandes olhos marrons dele estavam úmidos.
II.
O pai dela tinha sido o único filho de Parson Quayle, e capelão para o
bispo a Bishopscourt. Estava lá ele tinha conhecido a mãe dela que era
a empregada de senhora para a esposa do bispo. A empregada era um luminoso jovem
Frenchwoman, filha de uma atriz francesa, famoso pelo dia dela, e de um
oficial debaixo do Império que nunca tinha sido contado a existência dela.
Logo após o matrimônio deles/delas o capelão foi oferecido uma missão grande
estacione na África, e, sendo um devoto, ele apertou a isto sem medo
das febres da costa. Mas a esposa francesa jovem dele estava a ponto de se tornar
uma mãe, e ela encolheu no estrangeiro dos perigos da vida dele, assim ele levou