Capítulo 4
passo mais próximo para a passagem, falaram o parson velho mais rapidamente.
"Tia Anna lhe deu bastante dinheiro, criança?"
"Bastante para minha tarifa de barco e meu trem."
"Nenhum mais! Agora Anna é assim----"
"Não aborreça, avô. Mulher quer mas pequeno aqui debaixo de--Tia Anna
excluído. E então enfermeira de hospital----"
"Eu tenho medo que você sentirá só naquela grande selva."
"Só com cinco milhões de neighbours?"
"Você estará almejando a ilha velha, Se glorie, e eu meio me se arrepende
já----"
"Se já eu tenho os azul-diabos, vovô, que eu há pouco chicotearei em minha capa e
voe casa novamente."
"Manhã de para-amanhã eu estarei procurando a casa por toda parte para meu fugitivo."
Glória tentou rir gaily. "Escada acima, escada abaixo, e em minha senhora
câmara."
"'Glória', eu estarei chorando, 'Onde a menina tem sido nada? Eu não ouvi
a voz dela pelo para-dia de casa. O que é vindo em cima do lugar velho para golpear
isto tão morto?'"
Os olhos da menina estavam correndo em cima de, mas em um tom de repreensão suave e
o amor de coração que ela disse severamente: "Tolice, avô, você esquecerá tudo
sobre Glória que persegue para Londres antes do dia para-amanhã. Todas as manhãs
você estará fazendo fricções de suas letras rúnicas velhas, e todas as noites será você
xadrez jogando com Tia Rachel, e todos os domingos você estará ralhando velho
Neilus para caindo adormecido na escrivaninha de leitura, e--e tudo vai
só vá já em igual a."
As correspondências tinham vindo a bordo, um das passagens tinha estado à praia tirado, e
o parson velho, enquanto segurando o relógio grande dele na mão esquerda dele, estava mergulhando em
o fob-bolso dele com os dedos do direito.
"Audibly Here"--ofegante, como se ele tivesse estado correndo duro--"é seu
o pequeno anel de pérola de mãe."
A menina puxou a folga dela, luva suja e levou o anel nela
dedos nervosos.
"Um talismã maravilhoso é a relíquia de uma mãe boa, senhor", dita o velho