Capítulo 76
'Itália', em 1822-34. Os anos posteriores dele estavam ocupados revisando,
corrigindo, ou ampliando os poemas publicados dele, e preparando o
notas para 'a Itália', que são estudos admiráveis em densidade e
precisão de idioma. Um discípulo de Papa, imitador de Ourives,,
Rogers era bastante um adaptador hábil que poeta original. O chefe dele
talento era o gosto dele; se ele não pudesse originar, ele poderia apreciar.
O cuidado meticuloso que ele esbanjou no trabalho dele preservou isto. Em
o trivialidade-livro dele ele entrou no número de anos que ele passou
compondo e revisando os poemas dele. O dele 'Prazeres de Memória' ocupado
sete anos, 'Colombo quatorze, e 'a Itália' quinze. Um excelente
juiz de arte, ele empregou Flaxman, Stothard, e Torneiro de cada vez quando
os poderes deles/delas eram pouco apreciado pelos compatriotas dele. De seu
gosto Byron fala entusiasticamente no Diário dele (veja pág. 331). Mas o
passagem seguinte (hitherto inédito) do dele 'Pensamentos Destacados'
(Ravenna, 1821) dá a opinião posterior dele do homem:
"Quando Sheridan estava na morte-cama dele, Rogers o ajudou com bolsa e
pessoa. Isto era particularmente tipo de Rogers de que sempre falou doente
Sheridan (para mim, pelo menos), mas, realmente, ele faz isso de todo o mundo para
qualquer pessoa. Rogers é o contrário da linha:
'O _best man_ bom com a _worst_ natured Musa,'
sendo:
'O _worst_ o homem bom com a _best_ natured Musa.'
A Musa dele sendo todo o Sentimento e Sagu e Adoça, enquanto ele é um
falador venenoso. Eu digo 'pior homem bom' porque ele é (talvez) um
'bom' o homem; pelo menos ele faz bem de vez em quando, como bem ele possa,
se comprar o valor de um xelim de salvação para as difamações dele.
Eles são assim 'pequeno', também--conversa fiada--e Womanny velho, e ele é
maligno também--e invejoso--e--ele seja condenado!"
Em uma nota manuscrito para estas passagens escreve Senhor Walter Scott,
"Eu nunca ouvi Rogers dizer uma única palavra contra Byron que é bastante