Capítulo 75
morte, em dezembro, 1855, e aqui que ele juntou o, a seu, arredonde
cafés da manhã célebres, os homens mais distintos e mulheres do tempo dele.
Uma conta excelente do "Rato de Cidade" que entretém o "País
Rato" é determinado por Decano Stanley ('Vida', vol. i. pág. 298), que se encontrou
Wordsworth ao café da manhã com Rogers, em 1841, e descreve
"o rato de cidade um macio e lustroso, bem nutrido, astuto, 'branco' rato, e o
rato rural com sua face áspera, tempo-usada e hairs cinzento; o
rato de cidade que exibe seus pequenos rolos delicados e pirâmides de
morangos brilhando, o rato rural que exulta em seu buraco,
suba em árvore, sua crosta de pão e liberdade, e reunindo seu irmão em seu
tarde horas e jantares freqüentes."
Um das lembranças mais cedo dele era a visão da cabeça de um rebelde em
um poste em Barra de Templo. Ele tinha falado com um barqueiro de Thames que se lembrou
Papa; tinha visto Garrick dentro 'O Marido Suspeito'; tinha ouvido Senhor Joshua
Reynolds entregam a última conferência dele como Presidente da Academia Real; tido
John Wesley visto que "mente em estado" na Estrada de Cidade; tinha ido chamar em
Dr. Johnson, mas, quando a mão dele estava na aldrava, ache a coragem dele
fugido. Ele viveu para ser oferecido o laureateship em 1850, na morte de
Wordsworth, e recusar isto em favour de Tennyson.
"Tempo era", escreveu para Mathias ('Perseguições de Literatura', note, pág. 360, ed.
1808), "quando os banqueiros eram tão estúpido quanto as guinés deles/delas pudessem os fazer;
eles eram nenhum oradores, nem pintores, nem poetas. Mas agora. .. Sr.
Rogers sonha em Parnassus; e, se eu estiver justamente informado, há um
grande demanda entre os irmãos dele para o 'Prazeres de Memória.'"
Rogers começou a escrever poesia a uma idade cedo, e continuou escrevendo isto
todos sua vida. O dele 'Ode para Superstição' foi publicado em 1786; o
'Prazeres de Memória', em 1792; o 'Epístola para um Amigo', em 1798;
'Colombo, em 1812,; 'A Jacqueline', em 1813; 'Vida humana', em 1819;