Capítulo 28
tendência para o amor de bem na principal-primavera dele de mente. Mas, Deus ajuda
nós tudo! é no momento um jarro triste de átomos."]
[Nota de rodapé 2: As linhas são citadas de Seneca 'Troades' (ii de ato. et
seqq.):
"Poste est de nihil de mortem, nihil de mors de ipsaque.
........
........
Quaeris, jaceas de quo postam obitum maluco?
Quo non nata jacent."]
[Nota de rodapé 3: O sentimento é achado em um do [grego: monostichoi]
de Menander ('et de Menandri reliquiae de Philemonis', edidit Augustus Meineke,
pág. 48). É citado assim por Stobaeus ('Florilegium', cxx. 8) como um
iâmbico:
[Grego: Hon oi theoi philousin apothnaeskei neos.]
No 'Comicorum Graecorum Sententiae, est de id' [grego: gnomai](p. 219,
ed, Henricus Stephanus, MDLXIX.) é citado como um verso de leonine:
[Grego: Hon gar philei theos apothnaeskei neos.]
Plautus dá isto assim ('Bacchides', iv. 7):
"Quem di diligunt adolescens moritur."]
[Nota de rodapé 4: É dito que a palavra é ilegível, e a conclusão do
carta ser perdido ('Memória da Rotação. Francis Hodgson, vol. i. pág.
196). Só a declaração posterior está correta. A palavra perfeitamente é
legível. Talapoin (Natal 'Glossário de Palavras de anglo-índio, voce de substituto') é
o nome usado pelo português, e depois deles pelos escritores franceses,
e por viajantes ingleses do décimo sétimo século (Hakluyt, ed. 1807,
vol. ii. pág. 93; e Purchas, ed. 1645, vol. ii. pág. 1747), designar
os monges budistas de Ceylon e os países Indo-chineses. Pallegoix
('Du de descrição Royaume ou tailandês Siam, vol. ii. pág. 23) diz,
"Les Europeens les ont appeles 'talapoins', probablement du nom de
tiennent de qu'ils de l'eventail um la principal, s'appelle de lequel 'talapat', qui
signifie 'de de feuille mais feliz.'"
Possivelmente Byron soube a palavra por Voltaire ('Dial.' xxii., 'Andre des
Sofás um Siam);
"'Des de A. o C.': Combien avez-vous de soldats?
'Croutef.': Mille de Quatre-vingt, payes de mediocrement de forte.