Capítulo 70
carregue aos pés do Crucificado.
Eu me lembro de audição alguns anos atrás de uma pequena criança que, sendo reprovaram
para alguma ação malcriada, parecido muito infeliz, e foi visto para roubar em um
se aloje perto de, onde ele se ajoelhou e balbuciou no bebê dele harmoniza, "Querido
Deus, _mis'able_." Quanto havia naquela oração minúscula, aquele palavra!
Realmente era a essência de oração sincera, o se deitando abaixo do
o fardo de alma.
Ruth poderia achar palavras quase não em qual expressar o grito do coração dela,
mas quando ela foi escada abaixo depois meio uma hora havia um calmo
olhe na face dela e uma alegria no mesmo passo dela que tinha sido
querendo desde que ela veio a Busyborough. Ela tinha buscado e tinha obtido
perdoe, e tinha alegrado mais uma vez nos doces textos nos quais ela leu
a Bíblia dela. Ela acrescentou um pós-escrito longo à carta de casa dela, e isso
Ernest noturno achou na penso-mesa dele nota um pequeno trançada
contendo estas palavras--
"Querido o Ernest,--agradeça para sempre.
"Seu perdoado e o primo feliz,
"Ruth."
XIX DE CAPÍTULO.
VIVENDO ISTO ABAIXO.
Os feriados terminaram sobre o fim de janeiro, e Ruth mais uma vez
acompanhado o primo dela a Faculdade de Addison. Mas ela entrou o
classe em um espírito diferente, desconfiando ego e só confiando em
Ajuda Divina.
Ela teve necessidade bastante de graça e força, durante o dia não tinha passado
antes de as meninas notassem que Senhorita Elgin tinha perdido confiança nela e
foi inclinado para a considerar com desconfiança e suspeita, e eles
grandemente desejado saber o que tinha causado a mudança. Julia era claro que
interrogado, e sem realmente desejar fazer o primo dela um dano ela
gradualmente deixe sair os fatos relativo ao prêmio. As meninas levaram
visões diferentes do caso, de acordo com a preferência deles/delas para Ruth e
o senso deles/delas de direito e erradamente. Havia muito conversa para alguns