Capítulo 57
permitido o papel estava chegando ao fim. Julia tinha a terminado
tradução, e estava segurando isto na mão dela, relendo isto para ver se
requereu qualquer correção. A escritura dela era grande, firme, e clareia, e
como ela sustentou o papel que o olho de Ruth caiu nisto, e, quase
inconscientemente, ela leu o todo da tradução do primo dela.
O significado do poema era nenhum mais longo um mistério para ela. Ela entendeu
isto agora, e poderia traduzir isto facilmente.
Sem parar para pensar se estivesse certo ou errado, ela agarrou a caneta dela
e escreveu as palavras como eles vieram à mente dela. Naturalmente bastante eles eram
quase idêntico com esses ela tinha prosseguido lendo o papel do primo dela. Mas ela
não pare para pensar, e tinha terminado a última palavra escassamente quando o
relógio golpeou, e os documentos foram colecionados imediatamente, a Ruth não é
tido sido relido até mesmo.
"Quantas perguntas respondeu você?" "O que o têm terminado?" "Como _did_
você segue com aquela tradução terrível?" perguntado para as meninas de cada
outro quando horas escolares terminaram e as línguas deles/delas eram mais uma vez
solto.
"Eu suponho que você fez isto, Julia, que você é tão inteligente a francês,"
dito Ethel.
"Realmente não era negligentemente a Julia difícil", respondida. "O que o tem
terminado, Ruth?"
"Eu penso que eu respondi quase todas as perguntas", era a resposta.
"E o poema?"
"Sim, eu fiz isto."
A Julia parecia bastante surpresa, mas ela não disse nada, entretanto vários de
as meninas eram altas nas exclamações deles/delas de maravilha que a Ruth deve
até mesmo tentou isto.
Ela escutou as observações deles/delas bastante impacientemente, para já ela sentia
envergonhado da vantagem tinha levado ela, e teria agarrado alegremente o
empapele em qual a tradução dela foi escrita e lançada isto no
fogo.
Mas tinha saído da posse dela e tinha sido dela nenhum mais longo.
XVI DE CAPÍTULO.