Capítulo 4
este mundo, só alguns não fazem, um' eu sou só mina arrependida é um instid de porco
de galinhas, mas não wishin' ye não tiveram th' yersilf de dinheiro, nada, mas
quem viria roubar um porco, e eles tais pombos altos? E quem
o faça suspeita que era, Sra. Gratz, ma'am?"
"Eu penso mebby eu me obtive um presente de Santy Claus, sim?" dito Sra.
Gratz.
"E ouve th' a mulher!" dito Sra. Flannery. "Ye ouvem isso agora? Bem,
retifique para ye, ma'am, e vara a isto, para lá é nenhum tellin' que será
claimin' th' dinheiro, e se já o Santy Claus trouxesse uma coisa para um
alma mortal 't era ele trazido ye que. E 't era só ontem ye
era sayin' ye não tiveram nenhuma convicção nele!"
"Ontem eu não tenho nenhuma convicção nele", disse Sra. Gratz. "Para-dia eu
tenha bastantes convicções nele. Eu bastante o gosto. Eu não me preocupo se ele
vem todos os anos."
"Seguramente não", disse Sra. Flannery, "e você com th' novecentos dólares
em bolso de yer. Eu estaria alegre do chanst. Eu acreditaria nele, mesilf,,
para quatrocentos e cinqüenta."
Aquela tarde Sra. Flannery em cuja excitação não tinha enfraquecido o
menos, foi em cima de para Sra. Gratz passar a tarde que fala com ela
sobre o dinheiro. Ela sentia que era bom ser aquele perto disto, a qualquer,
taxe, e quando a pessoa pode conversar educadamente a de fora de
o que Sra. Casey disse a Sra. O'Reilly sobre Sra. McNally, é um
envergonhe para perder uma chance para falar aproximadamente novecentos dólares. Sra.
Flannery estava balançando violentamente e estava falando rapidamente, e Sra. Gratz era
movendo a cadeira de balanço dela lentamente e respondendo em monossílabos, quando uns um
batido à porta. Sra. Gratz respondeu a batida.
A visita dela era um homem alto, magro, e ele teve um chapéu de andar relaxado que ele
conteve as mãos dele como falou ele. Ele parecia nervoso, e a face dele usou um
olhar preocupado--extremamente preocupado. Ele se parecia um homem que tinha perdido
novecentos dólares, mas ele não se parecia Papai Noel. Ele era