Capítulo 3
Havia novecentos dólares em contas na bolsa. Sra. Gratz estava
ainda enquanto ela contou as contas, e como contou ela que as mãos dela começaram
tremer, e os joelhos dela tremeram, e ela afundou na porta-soleira do
casa de galinha e riu até que as lágrimas rolaram a face dela.
Ocasionalmente ela parou para esfregar os olhos dela, e a inundação de risada
gradualmente se extinto em ondulações de risadinhas intermitentes que eram
como soluços depois de tristeza. Sra. Gratz teve nenhum grande senso de humor, mas
ela poderia ver a diversão de achar novecentos dólares. Era bastante
fazer o riso dela, assim ela riu.
"Bondade, tal um Santy Claus!" ela exclamou com um suspiro final de
prazer. "Tal um presente de Natal de Santy Claus! Nenhuma maravilha que ele é
tão gordo contudo quando ele já come dez galinhas em uma noite. Mas eu
não chute. Eu gosto de mim que o Santy Claus certo. Eu acredito nele
purty bom depois disto, apostei eu!"
Ela foi contar para Sra. Flannery imediatamente, e Sra. Flannery era muito mais
excitado sobre isto que Sra. Gratz tinha sido. Ela disse que era a Mão de
Retribuição que reembolsa o ladrão de galinha, e a Mão de Justiça
Sra. Gratz reembolsando por enviar brinquedos ao pequeno Flannerys, e Puro
Sorte que dá para Sra. Gratz o que ela sempre adquiriu, e vários outro
coisas.
"'Tis a sorte de ye, Sra. Gratz, ma'am", que ela disse, "e freqüentemente eu sou
sayin' é o holandês para sorte, meanin' nenhum desrespeito para ye, e o
mais gordo o mais afortunado, como eu me falei freqüentemente para o homem velho, descanse a alma dele, e ele
tão magro! E mornin de Natal' a isso, ma'am que é nothin' nada
mas th' julgamento de hivin em th' o ladrão de galinha sujo, pickin' tal um
dia para o thievin dele', quando bastante há outros dias em th' ano para
ele. Mantenha th' dinheiro, ma'am, para 't é seu através de direitos bons, e eu soube
lá vá algum bom venha até th de ye' ye minucioso me deram th'
prisints para as crianças. Os povos bons seguro todos o ther de gits recompensam dentro