Capítulo 6
Troca estava?" ele perguntou.
Ovide disse vindo à loja e vê.
"Eu vou, para-dia; às seis." Outro homem subiu, "Ah, Sr. Castanado!
Como--como seu paciente é?"
"Madame"--o costureiro sorriu felizmente--"é mais uma vez bem. Eu era
o procurando. Você não passou em Rua Real esta manhã."
[Ah, esses olhos atrás dessas janelas atrás dessas sacadas!]
"Não, eu--oh! indo, Landry? Dia bom. Não, Sr. Castanado, eu,----"
"A senhora espera que Sr. Chezter pode afinal, hoje à noite, venha em casa para
aquela leitura."
"Sr. Castanado, eu não posso! Eu sinto sumamente muito! Minha noite inteira
noivado. Assim é para-amanhã. Eu posso vir a próxima noite depois? . . .
Obrigado. . . . Sim, às sete. Há pouco os três de nós, claro que?
Sim."
III
Seis horas acharam Chester na livraria de Ovide.
Se suas estantes tivessem agüentado lei-livros, ou o teve não precisado para lei-livros tudo
ele ousou gaste, ele poderia ter sabido o surpreendentemente informado e refinado
shopman melhoram. Ovide tinha sido muito tempo uma celebridade. Ultimamente um resumo breve
da carreira dele tinha se aparecido incidentemente em um livro, um livro principalmente sobre
outros, pessoas brancas. "Você não pode escrever um livro Sulista e pode nos manter do lado de fora,"
O próprio Ovide explicou.
Até mesmo como era, Chester tinha se permitido aquela liberdade estranha com Landry
quais Sulistas sentem seguro dentro debaixo da armadura de prato da raça deles/delas
distinções. Recebendo o mapa dele ele perguntou, como ele olhou ao longo de uma estante ou
dois: "O tenha que livro que lhe conta--como um escravo? seu mestre
o deixando se educar; seu recusando sua liberdade uma vez, e seu
secretário privado sendo para dois ou três tenente-governadores pretos?"
"Eu tive uma cópia", Landry disse, "mas eu vendi isto. Onde você ouviu de
isto? De Rene Ducatel, no antigo-loja dele cujo povos 'tis principalmente
sobre?"
"Sim. Uma antigüidade ele, em espírito, eh? Ainda moderno bastante para elogiar