Capítulo 59
e estava enfrentando isto enquanto ele ladrou em protesto ao chifre do mestre dele.
Agora, como Euonymus lutou ao longo da árvore o bruto golpeado para o
aterre, e os dois ganharam isto junto. Euonymus correu, mas em um pouco de
grama aberta derrubou a um joelho, à distância. O cachorro pulou. No negro
forme a cabeça do fugitivo abaixou para receber o começo adiante, enquanto
ambas as mãos apertaram a garganta do bruto. Não sonhando que eles vão
mantenha o cabo deles/delas até que eu pudesse chegar lá, eu saltei abaixo no baixio para
fogo; mas o aperto segurou, entretanto os dentes do cachorro afundaram em pernas e
braços, e tudo de uma vez Euonymus endireitou a estatura cheia, enquanto erguendo
a gaveta de cachorro as pernas de hind dele puderam mas há pouco andam pé ante pé o chão.
"Corrija!" Eu chorei; "tiranize, meu menino! O erga uma polegada mais alto e ele é
chicoteado!"
Mas Euonymus poderia o evitar apenas de face e garganta.
"O vire ao lado a mim!" Eu gritei, depois de ter entrado em água
peito-fundo. "Me deixe pôr um buraco por ele!"
Mas o fugitivo só resposta era: "Corra, Robelia! 'Já preste atenção a mim!
Corra! Corra!"
E aqui se encontrou Forte com o pedregulho-barra, na sela. Eu apontei a
ele: "Esteja de pé, senhor! Esteja de pé!"
Ele puxou dentro e ergueu o chifre. Euonymus tinha levantado o cachorro de seu
pés. O chifre tocou, e com um uivo de terror o bruto se estorceu livre,
saltado no rio e nadou para o mestre dele. Eu pulei em meu cavalo
e levou a água funda: "Espere, menino! Espere!"
Estava à praia adquirindo duro. Quando eu alcancei a mancha de grama que eu achei
só o dianteiro a metade da camisa de hickory do fugitivo, em trapos sangrentos. EU
esporeado a uma abertura nos arbustos, e lá, enfrente abaixo, Euonymus secular,,
insensível. Eu ajoelhei e virei a forma esbelta; e então eu chicoteei
fora meu casaco e pôs isto em cima do ainda, seio preto. Para Euonymus era
uma menina.
XVII
As pálpebras dela tremeram, abriu. Para um momento os orbes estavam desocupados, mas