Capítulo 98
o verde mais escuro das árvores do Rio Vermelho. O céu ocidental inteiro
estava cheio de trovão-nuvens selvagem-olhando por qual os raios de
luz solar atirou para cima em grandes cabos trêmulos de glória. Sendo em
a cavalo e só, para meu companheiro tinha trotado em no vagão dele, eu,
tido tempo para assistir e notar este espetáculo brilhante; mas assim que o
sol tinha imergido em baixo do mar de verdor um som ominoso me causou
galopar em com pressa crescente. O pônei parecia saber o
significação daquele som muito melhor que seu cavaleiro. Ele nenhum mais longo
se atrasado, nem precisou da espora ou chicoteia para o urgir a esforço mais rápido, para
mais escuro e mais denso que na noite prévia lá subiu ao redor de nós vasto
números de mosquitoes--sufocando massas de morder insetos, nenhuma mera nuvem,
mais grosso e mais denso em um lugar que em outro, mas uma parede enorme de
insetos nunca-terminando que enchem narinas, orelhas, e olhos. Onde eles vieram
de mim não pode contar; a pradaria parecia muito pequena para os segurar; o ar
muito limitado os render espaço. Eu tinha visto muitas acumulações vastas de
vida de inseto em terras velho e novo, mas nunca qualquer coisa para a que se aproximou
esta montanha de mosquitoes nas pradarias de Dakota. Dizer que eles
coberto o casaco do cavalo que eu montei seria dar mas uma idéia lânguida
dos números deles/delas; eles eram literalmente seis ou oito fundo na pele dele,
e com uma única varredura do mão a pessoa myriads poderiam esmagar de seu
pescoço. O deles/delas zumba parecido estar ao redor em todas as coisas. Montar para isto era
o recurso exclusivo. Escuridão desceu depressa, mas o rasto soube nenhum
vire, e para sete milhas eu persisti o pônei em um galope; minha face, pescoço,,
e mãos cortaram e sangrando.
Afinal na escuridão eu vi, abaixo em o que parecia ser o fundo de um
vale, um edifício de madeira branco longo, com exibição de luzes fora por
as janelas. Montando depressa abaixo este vale nós alcançamos, seguiu por