Capítulo 5
Silencie é os ventos, e ainda a escuridão de noite,
Não e'en que um zéfiro vaga pelo arvoredo,
Ainda eu devolvo para ver o tumba de minha Margaret,
E se espalha flores no pó que eu amo.
2.
Dentro desta cela estreita reclina o barro dela,
Aquele barro onde uma vez tal viga de animação;
O rei de seiz de terrores o dela como a presa dele,
Não valor, nem beleza, tenha a vida dela resgatar.
3.
Oh! podido aquele rei de tato de piedade de terrores,
Ou contrário de Céu o decreto terrível de destino,
Não aqui o mourner vão a aflição dele revele,
Não aqui a musa que as virtudes dela relacionariam.
4.
Mas portanto lamenta! o espírito sem igual dela plana,
Além onde aplendid lustra o orbe de dia.
E anjos chorões a conduzem para esses pavilhões,
Onde prazeres infinitos que ações virtuosas reembolsam.
5.
E deve Céu de mortais presunçoso acuse!
E loucamente Deus-como Providência acuse!
Ah! nenhuma mosca distante de mim tenta tão vão,
Eu vou submissão de ne'er a meu Deus refugo.
6.
Ainda é recordação dessas virtudes querido,
Ainda fresco a memória daquela face bela;
Ainda eles estimulam minha lágrima de afeto morno.
Tal tristeza traz honour para mim, não desgraça. [4]
1802.
[Nota de rodapé 4: O Autor reivindica a indulgência do leitor, mais para
este pedaço, que, talvez, qualquer outro na coleção; mas como era
escrito a um período mais cedo que o resto, (estando composto ao
idade de 14) e a primeira Composição dele, seja preferido submeter isto para o
indulgência dos amigos dele em seu estado presente, para fazer qualquer um,
adição ou alteração.]
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PARA D. ----
Em thee, eu pulo para apertar ternamente,
Um amigo quem morte só poderia cortar,
Mas inveja com aperto maligno,
Rasgou thee para sempre de meu peito.
2.
Retifique, ela tem thee de forc de meu _breast_,
Mas em meu _heart_ tu assento de thy de keep'st;