Capítulo 13
em qualquer um de dez mil lugares. Flannery suspirou. Ordens eram ordens,
e ele voltou para o escritório e fechou as portas. Ele pediu emprestado um
carvão-concha do dono de mercearia próxima porta e saiu e começou a desenterrar
o barro e areia. Ele cavou continuamente e severamente. Nunca, talvez, no
história do mundo tida um homem trabalhou tão difícil de desenterrar um gato morto. Até mesmo
em Egito antigo onde o gato era um animal sagrado, não cavaram eles
eles para cima quando eles os tiveram plantado. Totalmente o contrário: era um crime
os desenterrar; e Flannery, como cavou ele, teve um sentimento que seria
quase um crime para desenterrar este aqui. Nunca, talvez, fez uma escavação de homem tão duro
achar uma coisa ele realmente não se preocupou ter.
Flannery cavou tudo aquilo manhã. A almoço-tempo ele deixou de cavar--e
ido sem o almoço dele--longo bastante entregar os pacotes que tiveram
venha no trem cedo. Como ele passou pela estação que ele viu uma multidão de meninos
hóquei jogando com uma tomate-lata velha, e ele parou. Quando ele alcançou
o escritório que ele foi seguido por dezesseis meninos. Alguns deles tiveram pás,
alguns deles tiveram fogo-pás pequenas, alguns tinham apontado só varas, mas
tudo estavam prontos a escavação. Ele mostrou para eles onde ele já tinha cavado.
"Twinty-cinco cints cada, annyhow", ele disse, "um' cinco dólares th de fer'
afortunado pálido isso acha isto."
"Certo", disse um. "Agora é o que somos nós cavar para?"
"'Tis um gato", disse Flannery, "um morto pálido."
"Vá em!" chorado o menino sarcasticamente. "O que _is_ isto nós somos cavar para?"
"Eu posso o adquirir um gato morto, senhor", disse outro. "Nosso gato morreu."
"'T não fará", disse Flannery. "'T é um gato especial eu sou wantin.' 'T é
um gato cabeludo, um' 't estava muito tempo morto. Ye não pode equivocar isto whin
ye vêm awn a isto. Se ye desenterram um ye de gato que sabe que nenhum w'u pálido querem t' tenha,