Capítulo 76
a luz luminosa ainda nas asas deles/delas. As geleiras de Capuz de Monte eram
corado com vermelho--um mar de copo entrosou com fogo. Era uma pastoral
cena; nisto estava se acabando a história velha de Oregon, depois do
mistérios de mil anos, e a história nova de civilização era
começando.
Noite veio, e a companhia dispersou, mas o chefe velho e Gretchen
se sentado fora da barraca, e escutou à música murmurante do
Dalles da Columbia, e respirou o ar vital. A Columbia é uma milha
largo em alguns lugares, mas estreita ao Dalles, ou estantes e aguaceiros
em cima dos passos de pedra a força juntada de seu muitas marés e fluxos.
Pelo rio uma cachoeira encheu o ar de beleza nublada, e um
rochedo de castellated surgiu solitário e solene--a sobra de algum grande
motim nas idades vulcânicas.
[Ilustração: _A castellated rochedo surgiu solitário e solemn._]
As cinzas vermelhas do pôr-do-sol demoraram depois que os fogos do dia longo tivessem
abaixado, e as estrelas saíram lentamente. O chefe velho estava triste e
pensativo.
"Se sente por meus pés, minha criança", que ele disse a Gretchen, ou em palavras disto
significando. "Eu tenho pensado o que é isso faz a música dentro o
violino. Nos deixe falar junto, para algo sussurra nas folhas que meu
dias são quase terminados."
"Me deixe adquirir o violino e jogue a você, pai,; nós estamos sós."
"Sim, sim; adquira a música, criança, e você tocarão, e nós falaremos. Você
se sente a meus pés e jogue, e nós falaremos. Vá, meu pequeno
espírito."
Gretchen trouxe o violino dela, e se sentou aos pés dele e afinou isto. Ela
então puxado o arco dela, e lançou uma tensão assombrando no ar.
"Pare lá, pouco espírito. Está bonito. Mas o que fez isto bonito?"
"Meu arco--você não vê?"
Gretchen puxou o arco dela, e novamente ergueu o mesmo ar assombrando.
"Nenhum--nenhum--minha menina--não o arco--algo atrás do arco."
"Os fios?"
"Nenhum--nenhum--algo atrás dos fios."