Capítulo 35
Eu tinha tido olhos na parte de trás de minha cabeça que a professora era
segurando a cana em mãos e dobrando isto para ver se fosse flexível e
torne flexível.
Eu sentia humilhado totalmente. De pé lá com todos os olhos em mim eu era
consciente da pior dor que entra na experiência de uma criança--o
dor de saber que outras crianças estão olhando na degradação dela. EU
pensamento de Tia Bridget e meu pequeno coração sufocou com raiva. Então eu
pensamento de minha mãe e minha garganta pulsou com vergonha. Eu me lembrei
o que minha mãe tinha dito, da pequena Mary dela sempre sendo uma pequena senhora,,
e eu sentia esmagado ao pensamento que eu era aproximadamente ser chicoteado antes
todas as crianças de aldeia.
Em casa tinha sido protegido eu se só pelo lágrimas de minha mãe, mas aqui eu
estava só, e se sentia ser tão pequeno e desamparado. Mas da mesma maneira que meu
lábio estava começando a derrubar, ao pensamento do que minha mãe sofreria,
se ela me visse nesta posição de infâmia, e eu estava a ponto de chorar fora para
a professora: "Não me bata! Oh! por favor não me bata!" um estranho
coisa aconteceu que virou minha vergonha em surpresa e triunfo.
Pela névoa que tinha juntado antes de meus olhos eu vi um menino vindo
fora da classe dos meninos ao término do quarto longo. Era o Martin
Conrad, e eu me lembro que ele rolou como ele caminhou como Tommy velho o
jardineiro. Todo o mundo o viu, e a professora disse nela afiado
voz:
"Martin Conrad, que direito o tem deixar seu lugar sem
permissão? Volte, senhor, este mesmo momento."
Em vez de voltar o Martin veio, e como fez ele assim ele arrastou o seu
chapéu macio grande fora do cinto da jaqueta de Norfolk dele e com ambas as mãos
baixado isto duro na cabeça dele.
"Volte, senhor!" chorado a professora, e eu a vi pisar para ele
com a cana equilibrada e trocando no ar, como se sobre golpear.
O menino não disse nada, mas há pouco se tremendo como um cachorro grande ele derrubou
a cabeça dele e marrou à professora como ela o chegou, golpeou