Capítulo 29
que quando a esposa do doutor veio, enquanto sorrindo escada acima que eu lhe perguntei se o
pequeno menino que tinha sido me ver não era bastante bem.
"O abençoe, sim, querido, mas isso é o modo" dele, ela disse, e então ela contou
eu em toda parte ele.
O nome dele era Martin Conrad e ele era a única criança dela. O chapéu dele que teve
despertado meu interesse, era um velho do pai dele, e era o
por último coisa fora a que ele levou quando ele despiu à noite para cama e o primeiro
coisa que ele vestiu pela manhã. Quando o buraco entrou em sua coroa o seu
a mãe tinha tentado esconder isto fora mas ele sempre tinha achado isto, e quando
ela lançou isto no rio ele tinha pescado isto novamente fora.
Ele era o menino mais estranho, cheio das fantasias mais engraçadas. Ele dizia
que antes de ele nascesse que ele viveu em uma árvore e era o companheiro que virou
na chuva. Estava com dificuldade que ele poderia ser educado, e todo
manhã em ser acordado, ele disse que ele sentia "muito que ele já começou isto
indo para a escola." Como uma conseqüência não pôde ler ele ou poderia escrever como também
outros meninos da idade dele, e a gramática dele ainda era que do camponês
pessoas com quem ele amou associar.
Chefe entre estes era nosso jardineiro, o Tommy velho o Companheiro em que viveu um
cabana de lama na costa e passou pela casa do doutor no modo dele para trabalhar.
Há muito tempo Tommy tinha contado para o menino uma tremenda história. Era sobre o Ártico
exploração e uma expedição que ele tinha unido à procura de Franklin. Isto
tinha deixado uma impressão dominando em Martin que para bocas depois
esteja de pé, enquanto esperando no portão até que o Tommy estava passando, e então diz:
"Sido ao para-dia de polonês de Norte, Tommy?"
Ao que o "olho de estibordo" de Tommy piscaria e ele responderia:
"Não o menino de para-dia. Eu não vou para o polonês de Norte mais nem duas vezes por dia agora."
"Não o, entretanto, faça?" o menino diria, e isto aconteceria todo