Capítulo 41
casa diz, "era uma surpresa constante a eu ver esta senhora chinesa, assim acostumado a exclusão, já tão modestamente autoconfiante, e em cortês, porte refinado, iguale a toda ocasião." Mas embora pronto conformar a costume estrangeiro ao entreter estrangeiro convidados na casa dela, era vários anos antes de Sra. Ahok estava disposto para compareça a ajuntamentos semelhantes em outras casas. Ela freqüentemente chamou na casa do amigo dela, Sra. Baldwin, mas nunca quando havia os estranhos lá. Em uma ocasião quando Sra. Baldwin estava entretendo alguns convidados ao jantar, ela, convidado Sr. Ahok a jantar com eles. Ele aceitou prontamente, e Sra. Baldwin ido em dizer: "Nós desejamos muito que Sra. Ahok devesse vir com você. Nós conhecemos suas alfândegas, mas você nos conheceu por muito tempo. Não possa Sra. Ahok fazem uma exceção e vêm nesta ocasião?" Ele parecia muito aborrecido e respondeu: "Eu muito grandemente vou goste de ter minha esposa vir, e ela gostaria de fazer assim, e se havia ninguém aqui mas Sr. Baldwin e você ela viria. Mas outros homens estarão aqui, e se ela viesse a cadeira dela portadores saberiam isto e o nome dela seja prejudicado." Como foi visto, Sr. Ahok sempre era muito amigável aos missionários e em condolência com o trabalho deles/delas. A Faculdade anglo-chinesa do Metodista Por exemplo, missão foi tornada possível pelo presente generoso dele. Mas era alguns anos antes de ele se tornasse um Christian. Quando o passo foi dado finalmente, porém, ele provou ser um trabalhador mais ardente, enquanto dando generosamente para o trabalhe de várias denominações em várias partes de China, enquanto segurando Cristão serviços na casa dele, e fazendo trabalho pessoal sério entre esses com quem ele entrou em contato na transação do negócio dele, ambos em Foochow e nas viagens dele para outras cidades. Sra. Ahok era um budista muito devoto e não teve nenhum desejo nada aprender de Cristianismo. Porém, ela estava ansiosa para aprender o inglês, e consentiu
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