Margaret E. Burton
Capítulo 40
livros todo o dia." Ele estava muito orgulhoso da habilidade incomum dela, e o
confiança e condolência que logo existiram entre ele e a esposa dele era
muito maior que é habitual em uma casa non-cristã na China. Sra. Ahok
compartilhado o sentimento morno do marido dela para os amigos estrangeiros dele. As palavras de
Sra. Baldwin que a conheceram intimamente a caracterizam bem:
"Ela era, de minha primeira reunião com ela, já um amigo de mim e
meu.... Ela era uma mulher de caráter forte, de multa pessoal
aparecimento, sempre vestido em vestido elegante, e assim aperfeiçoa nela
observância do código elaborado de etiqueta chinesa que era
já uma maravilha para mim como ela se lembrou dos detalhes menores do
cortesia exata, nunca não se encontrando o conciso e revelador
instrução do livro standard em etiqueta para as meninas e mulheres,
'Como uma demanda de convidado nada, como uma anfitriã esvazie cortesia....' O
melhor eu a conheci o mais eu a estimei."
Sr. Ahok teve duas casas bonitas em Foochow; um uma casa chinesa muito boa,
o outro uma residência inglesa, elegantemente fornecida com tapetes, quadros,,
piano, e todas as outras mobílias estrangeiras requereram para conforto e beleza.
Nestes duas casas ele e a esposa dele entretiveram com grande hospitalidade. Sra.
Baldwin diz que ela viu freqüentemente quase a comunidade estrangeira inteira de
Foochow, funcionários, missionários, e as pessoas empresariais, entretiveram dentro o
A casa de Ahoks, às vezes em moda chinesa, às vezes em estrangeiro. É, de
curso, ao contrário de costume chinês para o amante da casa se aparecer
antes de cavalheiros fora da própria família dela. Porém, Sra. Ahok sabendo
que era o costume na Inglaterra e América para a anfitriã dispensar
hospitalidade para os convidados dela, gradualmente se acostumou a se aparecer como
anfitriã a todos os ajuntamentos onde haviam os convidados estrangeiros; primeiro a pequeno
os jantares, e depois em companhias maiores. Um em que era um convidado freqüente o