Capítulo 46
Rotha rompeu o silêncio entre eles com estas palavras. Ralph respondeu
prontamente,--
"Sim, eu faço. O que perguntaria você?"
A menina se apareceu impotente proceder. Ela tentou falar e
parou, enquanto retirando as palavras dela e os moldando mais uma vez, como se
medroso da aspereza da própria investigação dela. O companheiro dela percebeu
a angústia dela, e vindo ao alívio dela com um tom mais alegre, ele,
dito,--
"Não tema perguntar, Rotha. Eu penso que eu posso adivinhar sua pergunta. Você quer
saber se--"
"Ralph", a menina arrombou apressadamente--ela poderia agüentar melhor para dizer o
a formule que o ouvir dizer isto--"Ralph, ele é meu pai, e
isso foi bastante. Eu não o pude amar o menos qualquer possa
aconteça. Eu nunca lhe perguntei--qualquer coisa. Ele é meu pai, e entretanto
ele é--tudo que ele pode ser--ele é meu pai _still_, você sabe. Mas,
Ralph, me fale--você diz que eu posso agüentar isto--e eu posso--eu sinto eu posso
agora--me, Ralph, fale _was_ isto o pai pobre afinal de contas?"
Rotha tinha parado e tinha coberto para cima a face dela nas mãos dela. Ralph parou
também. A voz dele estava funda e grossa como respondeu lentamente ele,--
"Não, Rotha, não era."
"_Not_ geram?" chorado a menina; "você sabe que não era?"
"Eu _know_ que não era."
A voz não era novamente a voz de um que traz novidades contentes, mas
as palavras se eram cheio de alegria pela orelha em qual eles
caia, e Rotha quase parecia superado pela alegria dela. Ela apertou
O braço de Ralph com ambas as mãos.
"Céu seja elogiado!" ela disse; "agora eu posso valente qualquer coisa--pobre, pobre
gere!"
Depois deste a menina quase saltou em cima da estrada congelada na êxtase
dela novo-achou delícia. O peso de meses cansados de juntar
expectativa parecia em um momento para sempre ter caído dela. Meio
rindo, meio lamentando, ela saltou junto, o cachorro que brinca ao lado de,
o dela. As palavras rápidas dela ondularam no ar gelado. Ocasionalmente ela
encontrado uma inundação que varreu pelo modo das colinas acima para