Capítulo 32
vá, Mattha soube weel de reet.
"Cante!" chorado o pequeno homem,--"cante! Monsieur, o cachorro me tentará
esta conclusão. Se ele abanar o rabo dele, então vá eu canto; se ele não faz
abane o rabo dele, então--então vá eu não estou calado. O que dizem Laddie para você?"
O cachorro respondeu à atração com um oportuno se não um
abano inteligente daquele sócio em qual tão momentoso um assunto pendurou.
De um dos armários róseos na parede era em seguida um violino
tirado, e logo o barulho da tempestade foi submergido dentro o
afinação preliminar de fios e correndo de balanças.
"Você baterá o tempo, meu patriarca", disse Monsey.
"Não, homem; é thy colocam matar isto", Matthew respondido.
"Então você marcará a batida, ou bateu a marca, ou faz sua marca.
Você nunca poderia escrever, você sabe."
Era uma visão a não ser esquecida ver o pequeno professor
brandindo o fiddlestick dele, batendo tempo com o pé dele, e quebrando
fora em um grito selvagem quando ele bateu em alguma idéia feliz, porque ele
alegrado em um presente de improvisação. Um estouro de risada cumprimentou o
clímax da canção dele que virou em uma aventura de unheroic de velho
Matthew. A risada não teve contudo se extinguiu ao um bater alto
vindo à porta. Ralph saltou aos pés dele.
"Eu disse que algum a pessoa estava vindo; e ele é estado aqui antes, quem ele
é."
A isso ele caminhou à porta e abriu isto. Laddie estava lá antes
ele.
"Raio de Ralph está aqui?"
Era a voz de uma mulher, carregada com sentir.
Ralph tinha estado de volta à luz, e conseqüentemente a face dele não tinha sido
reconhecido. Mas a luz caiu na face do novo-comer.
"Rotha!" ele disse. Ele a atraiu, e estava a ponto de fechar fora a tempestade
atrás dela.
"Não", ela disse quase nervosamente. "Venha comigo; algum a pessoa espera fora
o ver; uns um que não vai--não pode entrar."
Ela estava molhada; o cabelo dela era emaranhado em cima da testa dela, o granizo que mente dentro,