Capítulo 30
a garganta dele. Mas longo antes de ele tivesse vindo saber que Naomi não era como
ele era, aquela Natureza não tinha dado os olhos dela para ver como viu ele, e orelhas para
ouça como ouviu ele, e uma língua para falar como falou ele, Natureza ela teve
ultrapassado as barreiras que a dividiram dele. Ele achou aquele Naomi
tinha vindo o entender, tudo que do pequeno modo dele ele fez, e
quase tudo que do pequeno modo dele ele disse. Assim ele jogou com ela como ele
teria jogado com qualquer outro colega, enquanto rindo com ela, chamando,
para ela, e passando pelas pequenas artimanhas juvenis tolas dele antes dela.
Não obstante, por algum conhecimento misterioso do próprio ensino de Natureza, ele
parecia perceber que era o dever dele para levar ao cuidado dela. E quando o
espírito e o dano no pequeno coração varonil dele o incitariam
roube fora da casa, e aventure nas ruas com Naomi por seu
apóie, ele seria achado talvez no meio da multidão aos saltos de sapatos
das mulas e asnos, com a mão de Naomi presa na mão dele, enquanto tentando
empurre as grandes criaturas da multidão de antes dela, e chorando em seu
pequeno triplo valente, "Arrah!" "Ar-rah!" "Ar-r-rah!"
Como para Naomi, a vinda de pequeno Ali preto era uma delícia selvagem a ela.
Qualquer Ali fez, isso vai ela também faz. Se ele corresse que ela correria; se ele
sentado ela sentaria; e enquanto isso ela riria com um coração de glee,
embora ela não ouvisse o que ele disse, e não viu o que ele fez, e não soube
o que ele quis dizer. Na hora da colheita, quando a Ruth os levou fora em
os campos, ela montaria em Ali atrás, e arrebata às orelhas de
cevada e salta no assento dela e ri, contudo nada vai ela vê do
milho amarelo, e nada vai ela ouve falar da canção dos ceifeiros, e
nada vai ela conhece os gritos de Ali que gritou a ela enquanto
ele correu, enquanto esquecendo o jogando dele que ela não o ouviu. E à noite,
quando a Ruth os pôs a cama na pequena câmara deles/delas, e Ali ajoelhou com
a face dele para Jerusalém, Naomi ajoelharia ao lado dele com um reverente