Capítulo 28
olhos eram escuridão, havia claro dentro da alma dela; e se as orelhas dela
era silêncio, havia música dentro do coração dela. Ela era mais luminoso que
o sol que ela não pôde ver, e mais docemente que as canções que ela
não pôde ouvir. Ela era jovial como um pássaro em sua gaiola estreita, e nunca
ela se irritou nas barras que a saltaram. E, como o pássaro que canta
à meia-noite, a alma alegre dela cantou em sua escuridão.
Só um som já parecia vir dos pequenos lábios dela, e era o
som de risada. Com isto ela coloca sono à noite, e rosa
novamente pela manhã. Ela riu como ela penteou o cabelo dela, e riu
novamente como veio ela, enquanto dançando fora da câmara dela a amanhecer.
Ela teve só uma sentinela no posto avançado do espírito dela, e isso era o
senso de toque e sentindo. Com isto ela parecia saber o dia de
a noite, e quando o sol estava lustrando e quando o céu era escuro. Ela
também, conheceu a mãe dela pelo toque dos dedos dela, e o pai dela por
o escovando da barba dele. Ela soube as flores que cresceram nos campos
fora do portão da cidade, e ela os juntaria no colo dela,
como fizeram outras crianças, e lhes traz casa com ela nas mãos dela. Ela
quase parecia também saber o colours deles/delas, para as flores que ela
entrelaçaria no cabelo dela era vermelho, e o branco seja esses que ela
se deitaria no seio dela. E verdadeiramente uma flor que ela era dela, whereto,
o vento só poderia sussurrar, e só o sol poderia falar em voz alta.
Docemente e tocar eram os esforços que ela às vezes fez os agarrar
isso era sobre ela. Assim o coração dela era o coração de uma criança, e ela
não sabido nenhuma delícia goste a isso de jogar com outras crianças. Menos ela
a casa de pai estava debaixo de uma proibição; nenhuma criança de qualquer neighbour em Tetuan era
permitido cruzar seu limiar, e, economize para as crianças quem ela se encontrou
nos campos quando ela caminhou lá pelo mão da mãe dela, nenhuma criança fez