Capítulo 18
mulher é tão freqüentemente a figura central de ficção: significa mais
que que, ame sendo a paixão solar da raça, ela,
naturalmente é envolvido. Bastante significa o reconhecimento de ficção
dela como a criatura do biólogo social, a exercitando
função antiga entre todas as mudanças e idéias inconstantes de
gerações sucessivas. Qualquer as mudanças superficiais dela debaixo de
o desejo do tempo-espírito, Mulher, para um olho pensativo, senta
como a Esfinge sobre as areias acumulando, silencioso, segredo,
poderoso e obscurece, só dobrou na grande incumbência de purposive dela
de quem fim é o produzindo daquele Overman que regerá
o mundo. Com ela imensa missão biológica, aparentemente na guerra,
com a carreira individual dela, e destrutivo aparentemente disso
emancipação que é o sonho presente dos campeões dela, isso que um
digite, isso que um motivo isto para ficção, e nisso que um múltiplo e
modo estimulante é o despertar Moderno a seu privilégio alto para
lide com tal material. Nesta visão, tendo este mais largo
implicações em mente, o papel de mulher em ficção, assim longe de
minguando, é apenas há pouco começado.
Esta pesquisa de fatos históricos e ordenando de alguns
princípios importantes nos prepararam, pode ser esperado, para um
compreensão mais clara dos detalhes desenvolventes que seguem.
É um crescimento complexo, mas um imensamente interessante e, depois de
tudo, explicados por alguns, grandes princípios de substructural,: o
convicção em personalidade, sentimento democrático, um amor para verdade em
arte, e uma realização do poder de Mulher moderna. O Romance é
assim uma expressão e epítome da sociedade que deu isto
nascimento.
CAPÍTULO II
DÉCIMOS OITAVOS COMEÇOS DE SÉCULO: RICHARDSON
Há um pouco de significação no fato que Samuel Richardson,
fundador do romance moderno, era tão em cheio um de classe-média
cidadão de cidade de Londres. Desde a forma, fundou ele era, como nós
viu, democrático em seu motivo original e subseqüente