Capítulo 92
_Written em Louisiana este 22d de agosto, 1795, para meus queridos amigos,
A Suzanne e Francoise Bossier_.
Eu lhe prometi a história de minha vida, meus muito queridos e bons amigos,
com quem eu tive prazer tanto a bordo do flatboat que tem
nos trazido tudo para Attakapas. Eu faço bom agora minha promessa.
E primeiro eu tenho que falar do lugar onde eu nasci, do bonito
De de castelo Morainville, construiu sobre a pequena aldeia nomeado Morainville
em honra de seus senhores. Esta aldeia, situado em Normandy na margem de
o mar, só e completamente era peopled por pescadores que ganharam um
sustento abertamente sardinha-pescando, e secretamente, foi dito, por
contrabandeando. O castelo foi construído em um precipício que isto completamente ocupado.
Este precipício foi formado de vários terraços sobre os que subiram em um degrau um
outro. No o mais alto sentou o castelo, como uma águia em seu ninho. Isto
tido quatro torres de dentilated, com grandes caixilhos e imensas galerias,,
isso deu isto o possível aspecto mais principal. No segundo terraço achou você
você no meio de jardins encantadores adornados com estátuas e
fontes depois da moda das vezes. Então vindo a avenida, completamente,
overshaded com árvores tão velho quanto o Noé, e em todos lugares na colina, formando
o fundo do quadro, um imenso parque. Como minha Suzanne teria
amado caçar naquele parque bonito cheio de cervo, lebre, e todos os tipos de
jogo emplumado!
E ainda ninguém habitou aquele domínio bonito. Seu senhor e amante, o
Conte Gaston e Condessa Aurelie, meu pai e mãe, resididas em Paris,,
e só veio para o castelo deles/delas durante a estação de caça, a estada curta deles/delas,
seis semanas nunca excedendo.
Já eles tinham sido cinco anos se casados. A condessa, uma senhora de honra para
o dauphine jovem, Marie Antoinette, agüentaram a reputação bem-merecida de
sendo a mulher mais encantadora no tribunal do rei, Louis o
Décimo quinto. Conta e condessa, rico como eram eles e feliz como eles
parecia ser, não era overmuch assim, por causa do desejo deles/delas para um filho; para