Capítulo 95
heterodoxia, você sabe; em quase qualquer homem pode ser confiado para atirar longe de
o uniforme no que ele tem. E então--"
"Mas", disse o outro, "eu o ofereci--"
"Oh!" respondido o Crioulo, como um verdadeiro comerciante, "eu, eu estou muito ocupado; isto
é impossível! Mas, eu digo, eu vou _compel_, meu-de'-seh, isto as pessoas para
governe eles!"
"E reza, como vá você dá para umas pessoas um governo grátis e então compele
eles para administrar isto?"
"Meu-de'-seh, você não deveria dar para um Crioulo pobre o quebra-cabeça que
pertence a seu Congresso inteiro; mas você pode depender disto, que o
pior coisa para todas as festas--e eu só digo isto porque é pior para
tudo--seria um castigo fraco e demorado de fé ruim."
Quando esta entrevista chegou finalmente ao fim o governador tinha feito um
memorando de uns quinze ou vinte Grandissimes, se espalhado por,
cantões diferentes de Louisiana que, o kinsman deles/delas que Honore pensou, vá
não compromissos de declínio.
* * * * *
Certo das Musas esteja no estrangeiro aquela noite. Um pouco audível para o
farmacêutico do lamente Royale por isso quietude deserta que é
ainda a peculiaridade marcada de ruas de Nova Orleães de noite, veio de um
escravo-jarda vizinho o canto monótono e máquina-como melodia-batida
de uma dança africana. Lá nosso _marchande_ ultimamente se encontrado (embora ela fosse
mas um convidado, fortalecido contra o rua-relógio com o mestre dela,
"passagem" escrita) conduziu o Calinda antigo dançam com aquela canção famosa
de derrisão, em de quem já multiplicando estrofes a sátira desamparada de um
raça fraca ainda continua celebrando o failings pessoal de cada
figura recentemente proeminente entre a casta dominante. Havia um distich novo
para a para-noite de canção, significando que o orgulho do Grandissimes deve
ache os amigos dele agora entre o Yankees:
"Miche Hon são, alle! h-alle!
Trouve para les de parmi de zamis Yankis.