Capítulo 86
que estava, enquanto bocejando a ele começam atrás--"em encontrar dentro o santo
câmaras de cargo público que os urubus chocaram nos ninhos de ambição
e avareza!"
Três ou quatro pessoas demoraram descuidadamente próximo por com orelhas largo aberto.
Feltro de Frowenfeld que ele tem que trazer isto a um fim, e, como qualquer jovem
pessoa que aprendeu decepção nem desrespeitou a superiores em cargo, ele,
tentado argumentar isto abaixo.
"Você não pensa muitos de nossos homens públicos são desonestos!"
"Senhor!" respondido o rhetorician, com um sorriso protetor, que "h-você deve ser
pensando em França!"
"Não, senhor; de Louisiana."
"Louisiana! Desonesto? Tudo, senhor, tudo. Eles são tudo tão corrupto quanto
Olimpo, senhor!"
"Bem", disse Frowenfeld, com mais sentimento que foi pedido, "lá,
é um que, eu sinto seguramente, é puro. Eu conheço isto pela face dele!"
O homem velho deu um olhar de interrogação dura.
"Governador Claiborne."
"G-cochos de Ye-e-e! Claiborne! _Claiborne!_ Por que, ele é um ianque!"
O leão carranqueou em cima do cordeiro como uma nuvem de chuva.
"Ele é um Virginian", disse Frowenfeld.
"Ele é um americano, e nenhum americano pode ser honesto."
"Você é preconceituoso", exclamou o homem jovem.
Fuzileiro de cidadão se fez maior.
"O que é preconceito? Eu não sei."
"Eu sou um americano eu", disse Frowenfeld, enquanto se levantando com a face dele
queimando.
O cidadão também se levantou, mas unruffled.
"Meu amigo jovem amado", pondo a mão dele pesadamente no outro
assuma, "você não é. Você nasceu na América."
Mas Frowenfeld não foi satisfeito.
"Me ouça por", persistiu o lisonjeador. "Você nasceu dentro
América. Também, eu nasci na América--mas vai qualquer homem responsável para
a opinião dele me equivoca--o Fuzileiro de Agricola--para um americano?"
Ele apertou a cana dele no meio e luziu ao redor, mas nenhuma pessoa
parecia estar cometendo o erro para o qual ele aludiu tão desdenhosamente, e
ele estava a ponto de falar novamente quando um clamor de alarme vir