Capítulo 10
ele disse.
"Melhor mantenha fora disto depois de pôr-do-sol", posto no capitão.
Depois daquele dia e noite, o prospecto cresceu menos repelente. Um gradualmente
convicção madura na que Nova Orleães não seria achado parado
andas no pântano habilitaram o olho a ser educado um melhor
avaliação da paisagem solene. Nem sempre era a paisagem
solene. Havia aberturas longas, de vez em quando, corrigir e esquerda, de
savana esmeralda-verde, com o deslumbrando azul do Golfo além distante,
mil despedidas branco-dadas ondulando como os pântanos fúnebres lentamente
feche fora novamente o horizonte. Como doce as brisas macias fora o úmido
pradarias! Como estranho, como muito próximo, o vermelho e verde e preto e
pôr-do-sol amarelos! Como sonhar-igual a terra e o grande, sussurrando rio!
A quietude profunda e respiração lembraram o alemão velho, assim ele disse,
daquele tempo cedo quando as noites e manhãs foram nos primeiros dias de
o mundo meio-construído. Os latir de um cachorro em Forte Plaquemines pareciam
entre antes de sua volta no panorama de criação--antes da terra era
pronto para o mestre do cachorro.
Mas ele estava seguro que viver nesses pântanos não era completamente
impossível tripular--"se a pessoa pode chamar um negro um homem." Escravos fugitivos eram
não tão raro neles como um--caçador perdido, por exemplo--poderia desejar. Seu
informante era um passageiro novo, levado a bordo no forte. Ele
falado o inglês.
"Sim, senhor! Didn eu tive que correr de Sutiã-cupê em haidge de de de pântano de de
de de be'ine 'abitation de meu primo Honore, uma vez? Você enlata hask 'oo você
goste!" (Um Crioulo sempre provê contra incredulidade.) Neste momento ele
divagado um momento: "Você conhece meu primo, Honore Grandissime, que w'at dão
dois hund' cinqüenta dolla' para de 'mont de laz de ospill?' Um' juz porque meu
primo Honore dão isto, alguém que helse dão para semm de de. O w'y de Fo não fazem ele
dê o nemm dele?"
A razão (o qual esta pessoa não soube) era que o segundo doador